crise

THE END(erson)… (por Walace Cestari)

Pouco importa quem será a solução travestida de treinador, pois não será uma solução. A menos que a diretoria assuma sua direção. A menos que os funcionários do clube que trabalham nas quatro linhas sejam cobrados e tratados como funcionários. Quem não rende não joga. A menos que quem mande tenha comando e respaldo

A Pasárgada de Ronaldinho (por Felipe Fleury)

Veio buscar no Rio de Janeiro e, mais especificamente no Fluminense, que lhe abriu as portas, a sua Pasárgada. Regiamente remunerado, cercado de bajuladores aos borbotões e de mulheres disponíveis à sua lascividade, tornou à sua mansão, a “casa da mãe Joana”, pretendendo fazer do Fluminense a sua extensão

Memórias seletivas (por Paulo-Roberto Andel)

Logo mais tem mais na provável complicação no Couto Pereira, contra um adversário que busca recuperação. Tomara que o Flu faça valer sua tradição de se superar nos momentos mais improváveis. Se cabe um consolo, pelo menos não estamos enfrentando o Coxa na rodada 38 em 2009. A situação pontual era muito pior, por incrível que pareça. O que está longe de significar que os momentos atual e logo adiante estejam sob controle

O problema mora nas quatro linhas (por Walace Cestari)

O grande problema de qualquer oscilação em times tradicionais é que, quando o acúmulo de erros é grande, a pressão faz com que surjam inúmeras teorias que “explicam” a má fase. Falta de pagamento de direitos de imagem, mudança na premiação, falta de renovação dos contratos, entre outras razões, são levantadas como causas da falta de empenho da equipe.