1995

Muito obrigado, Fluminense: viva o gol de barriga! (por Zeh Augusto Catalano)

Poderia ter sido um pênalti, um bate-rebate deselegante. Um gol comum. Mas não. Um lance inesquecível, concluído de forma única, por um dos maiores fanfarrões da história do futebol brasileiro. E nessa frase não há nenhum demérito ao grande Renato Gaúcho. E sim mais um pouco de azar do mais querido. Um herói obscuro e introspectivo ajudaria a flapress a sepultar no passado esse momento. Quis Deus que a barriga fosse a do jogador mais midiático do país

Ézio 50 (por Paulo-Roberto Andel)

Ao lado de outros heróis, ele representa para mim o futebol de outro tempo, um Maracanã democrático, um Fluminense que não precisava de autoafirmação estrambótica porque a simples menção de seu nome sugeria uma conquista, mesmo que ela viesse a demorar. Outras palavras