Um brinde à pouca VARgonha! (por Marcelo Savioli)

Amigos, amigas, mal começa o jogo entre Cruzeiro e Santos, o zagueiro do Santos é expulso em uma jogada esdrúxula. No Maracanã, Yony González sofre pênalti não marcado. No segundo, com o jogo ainda sem gols, Ganso sofre outro pênalti. Também não marcado. Qual a novidade?

Um pouco antes, Daniel sofrera falta praticamente na linha da área, também não marcado. O CSA marca o gol no contragolpe e nós, depois de desferirmos 800 mil chutes a gol, somos derrotados.

É claro que a expulsão do jogador do Santos não tem relação com o Fluminense, mas com o fato de o time dos maus costumes ser o time mais próximo do líder do campeonato. O fato do árbitro não marcar os pênaltis a nosso favor, sim, tem a ver conosco.

Qual a razão de ainda termos um campeonato?

No mais, Celso Barros está de parabéns. Conseguiu fazer o time jogar pressionado, irritado e sem imaginação. Mesmo assim, os números mostram que merecíamos ter vencido, mas isso não entra na análise.

Diniz, por seu lado, fez coisas estranhas. Até entendo a substituição de João Pedro por Nem. João Pedro era peça nula em campo e Nem daria amplitude ao jogo atuando pela direita.

O que eu não entendo é que Daniel era peça nula no primeiro tempo, mas não foi substituído. No segundo, quando resolveu jogar verticalmente, assumir o jogo, deixar Yony na cara do gol, foi substituído pelo inexpressivo Brenner, quando Ganso contribuía muito menos com o jogo.

Aliás, não sei o que Brenner acrescentou ao time, mas isso pouco importa. O que importa é demitir o Diniz, não é Celsão? Para que analisar? Vai em frente! Até aqui, as pesquisas de opinião não ajudavam, mas agora tem o sentimento do medo, da indignação. Aproveita!

Um brinde à pouca vergonha!

É bem possível que trocando de treinador a bola entre. Afinal, na tarde de hoje foram 31 finalizações do Fluminense, contra cinco do CSA. Talvez, jogando como o CSA, finalizemos cinco contra trinta e um e ganhemos o jogo.

Talvez os jogadores joguem menos pressionados.

Parabéns!

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Vamos pegar um adversário sinistro na próxima fase da Sul-Americana. É o Corinthians quinta-feira. Se jogarmos como hoje, não teremos a menor chance.

No jogo de hoje o Fluminense se desintegrou. Não jogou bonito e nem foi eficaz. Eu vejo como melhor solução trocar o vice-presidente e não o técnico. Talvez, assim, tenhamos paz para trabalhar.

A história recente do Fluminense já mostra que temos mais gente para atrapalhar do que para trabalhar.

Mas nós temos nossas prioridades. É para trocar o treinador. Gestão, finanças, marketing, tudo isso é secundário.

Parabéns à torcida do Fluminense! Com ingresso caro e o time brigando lá embaixo, mais de 20 mil torcedores novamente.

Só que em jogo do Fluminense não tem VAR. Só contra.

Uma hora a gente para e deixa a palhaçada rolar sozinha.

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Meus sentimentos à família Bueno. Júlio Bueno esteve profundamente ligado ao início da minha trajetória como jornalista de Fluminense.

Foram duas entrevistas e um debate presidencial em que atuei como âncora em 2010. Pelo que conheci, foi uma figura humana intensa, com propósitos, que não passou pela vida para fazer número.

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Qualquer bom estrategista sabe que não basta encher o Flamengo de dinheiro. Tem que assassinar o Fluminense para apagar as lembranças.

Saudações Tricolores!

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

#credibilidade

 

8 Comments

  1. Discordo. Já vimos esse filme no Atl. PR. Enquanto o TREINEIRO não rodar é daí pra pior.

  2. Eu não aguento mais ver o Fluminense ser roubado descaradamente pela arbitragem e a diretoria não tomar providências. O VAR só serve contra o fluminense.

  3. Concordo com o comentario. Um arbitro de segunda categoria. VAR não funciona a favor do flu. Quanto a estratégia de eliminar o flu do cenário para favorecimento a outro clube, isso ja vem de longa data. Desde os tempos da ditadura.

  4. Está faltando a nós, torcedores, compreendermos isso e comprar o barulho do Fluminense. Porém, não só como um time de futebol, mas como a instituição que é e ao que representa!

  5. Boa noite.O que não precisamos é de dirigente colocando pressão. A imprensa vai ajudar. E como! Dirigente profissional coloca na mesa: será o nosso técnico até o fim do Contrato. Fim de papo e acaba com qualquer especulação. Mas não. Em que País estamos e em que estágio se encontra o nosso futebol? Por estas tantas que “entra ano sai ano” o Fluminense vive a sua sina contra rebaixamentos. É triste mas verdade. Abraços.

  6. Não adianta olharmos apenas os números ofensivos. Chutamos 33 vezes, mas com apenas 5 tiros do adversário, levamos 1 e perdemos. Assim tem sido em todas as derrotas. Com esse meio lento nas transições ofensiva e defensiva, não iremos a lugar algum e o Diniz não enxerga isso.

    ST

  7. Sai Diniz. Time que toca a bola, joga bonito mas não faz gols. Foram 33 chutes, 15 chances claras e um massacre, com direito ao NÃOVAR e o escambau, ok.
    Prefiro em seu lugar Jair Ventura ou Celso Roth. Jogaremos com 11 na defesa, de forma feia (a lá bumba meu boi), não faremos gols e continuaremos tomando e perderemos os jogos do mesmo jeito.

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