Tem caô no patrocínio? (por Thiago Muniz)

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Salve, amigo (a) tricolor,

Sobre as últimas declarações do presidente da atual patrocinadora master do Fluminense, vide a publicação do site globo.com

“Se houver uma condição de não continuar com a parceria, não vou continuar. Nosso movimento caiu, as vendas estão ruins. Infelizmente, tive que demitir 170 pessoas. Isso é por causa do jeito que está a situação brasileira. O Fluminense é maravilhoso, mas não posso pagar um patrocínio caro se não tenho dinheiro. Não está adiantando. Se houver possibilidade de bloquear em outubro, vamos fazer. Ainda não fui lá para conversar com eles. Dependendo da coisa, quando terminar esse mês, se não der uma melhorada…”

É de se imaginar a ingenuidade do referido empresário ao patrocinar de uma vez só os três clubes do Rio na série A. Difícil enxergar de onde tiraria proveito disso. No fim, parece que não tirou muito mesmo.

Ainda por cima firmou compromissos com altas cifras, num ano em que a economia no Brasil – e no mundo – passa por uma crise interminável. Não fez um estudo de mercado? E agora simplesmente quer rescindir o contrato? Teria sido mais louvável não ter demitido as 170 pessoas, usando o dinheiro para manter seus funcionários no emprego.

O empresário foi com muita sede ao pote, investindo milhões no falido futebol carioca e pretendendo retorno financeiro imediato.

Espero que o Fluminense futuramente obtenha em breve novos patrocinadores – de grande porte – ao invés dessa atual marca que, para se tornar uma gigante em seu mercado de atuação, precisa se planejar e se consolidar.

Tenho saudades de quando o futebol brasileiro precisava apenas de um patrocinador master, que normalmente era bem conhecido, em vez de milionários faraônicos que buscam a liderança no mercado num estalar de dedos.

 

O Fluminense vai excursionar no exterior no inicio de 2016, fará jogos internacionais contra times grandes da Europa, é uma ótima chance para qualquer patrocinador divulgar o seu portfólio de produtos – quanto mais o atual, desconhecido fora do Rio de Janeiro. Em caso de rescisão contratual, a marca vai perder uma excelente oportunidade e jogar fora o trabalho anterior de investimento.

A diferença entre ser grande ou medíocre neste setor é simples: investir como grande, planejar como grande, produzir como grande e expor a sua marca com as grandes de atuação similar.

No mais, o Fluminense não acaba por causa da saída de nenhum patrocinador. As lições do ano passado estão vivas na lembrança de todos.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: trechosdorock.blogspot

o fluminense que eu vivi tour outubro 2015

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