O eterno Robin Hood (por Marcus Vinicius Caldeira)

É histórico.

Parece que está no DNA do Fluminense. Pelo menos desde que passei a acompanhar o Flu religiosamente nos estádios (a partir de 85) o Tricolor tem dificuldade em exercer favoritismo contra times bem mais fracos. Quando o jogo é aquele para catapultar o Flu então…

Meu amigo Paulo-Roberto Andel lembrou-me de 2012. Com aquele timaço que marchava para o tetra campeonato brasileiro, perdemos para o Atlético Goianiense em Volta Redonda. Em 2010, rumando para o tricampeonato brasileiro, perdemos para o Guarani, que depois viria a ser rebaixado. Se puxar pela memória vem vários e vários jogos desses.

Basta o time ser mais fraco, e a vitória poder catapultar o time para condições melhores e os riscos são grandes. Não sei se o time entra achando que vai ganhar a qualquer momento, se relaxa naturalmente, não sei. Mas, isso irrita profundamente.

Na segunda, jogamos contra o tenebroso Paraná. Time muito fraco. Não tinha ganho de ninguém nao campeonato. Estava há nove jogos sem vencer. Se ganhássemos iríamos para a vice-liderança. Conclusão: trolha. Derrota jogando muito mal. Tipo da crônica de uma morte anunciada. Cantei essa pedra pela manhã na minha conta do Twitter.

Tudo bem que o segundo gol dos caras a bola não entrou. Aliás, para que serve aquela bosta daquele juiz de linha? E a grande mídia que não falou nada. A FlaTV também conhecida como Rede Globo, nem tira-teima colocou.

Mas, independentemente disso, a partida que o Fluminense fez foi irritante. Eu, por exemplo, não saí puto da derrota para o Botafogo. Flu jogou muito melhor e perdeu, faz parte do jogo. Mas, segunda, arrastando em campo, errando passes infantis, não dá.

Que tenha sido só um lapso.

E já que somos o eterno Robin Hood, que quinta tiremos dos ricos.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @mvinicaldeira

Imagem: calder

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