Meu caro Presidente Pedro Abad (por Antonio Gonzalez)

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PROCESSO PARA DESTRUIR O LIVRO “DUAS VEZES NO CÉU”

Estou há tempos sem escrever por estes lados. Agradeço ao Paulo-Roberto Andel, que é um dos donos do pedaço e entendeu o meu humor de então. Pensei que o momento exigia uma postura de observador. Aos leitores Panorâmicos o meu pedido de desculpas, pois o meu compromisso com esta casa exige que eu seja honesto com os tempos das colunas.

Para que sirva de exemplo, na saída do Fluminense 2 a 2 com o Coritiba, um Tricolor, perto do atual portão 9, antigo portão 16, me disse para que não deixasse de escrever no Panorama Tricolor. Aquilo me deixou tímido pelo tamanho da responsabilidade. De imediato disse que estava sem vontade de dar vida à caneta, que preferia gastar minhas energias em novas direções e me mexer de outra forma…  nasceu o primeiro vídeo… do nada surgiram outros 53…  essa é a minha onda… #JUNTOSPELOFLU é isso. Não quero ficar preso a estigmas, procuro pensar fora da curva, ser básico nunca me interessou. Menos ainda previsível.

Quem acompanha o meu Facebook (amigos, conhecidos, adversários e inimigos, blogs e subcelebridades) sabe o que eu escrevi depois do primeiro jogo do Campeonato Brasileiro, contra o Santos no Maracanã.  Ganhamos, sentenciei… “faltam 43 pontos!”…  E assim ocorreu…  Contra a Ponte Preta, o alívio.

Então meus queridos, que tipo de ilusão eu vendi naquele momento?  NENHUMA!

Mas o pior é saber que se as coisas tivessem ocorrido com um mínimo de equilíbrio dentro da realidade de qualquer clube de futebol (11 cirurgias em um ano é coisa de hospital), com uma regularidade financeira que não estivesse engessada pela loucura realizada num passado recente e sem tanta virgem no puteiro dentro de campo (levamos gols no final de partidas dignos de cadeia para os nossos zagueiros e goleiros)… o resultado certamente seria outro. Se enumerarmos uns 10 jogos deste campeonato, poderíamos estar falando de uns 10/12 pontos a mais, por baixo.

Mas para falar isso tem que ter um mínimo de compromisso com o Fluminense e a sua história. Tá cheio de pigmeu prostituto querendo sentar na cabine do avião para beber champanhe com o piloto automático. Esses nem merecem ser levados em consideração a não ser como mercenários que vislumbram oportunismos em nome de uma paixão.

E esse “meu compromisso” é inegociável.  Nunca gostei de gente que tem duas caras, de falsos, de hipócritas, de speeds do under estrelato subpassageiro e vulgar, de papagaios de piratas, menos ainda de golpistas (tanto daqueles que não se conformam com os resultados de uma eleição, como daqueles que vivem de dar golpes).

Da mesma forma que eu sabia que eu iria recuperar a vontade de escrever, tinha que marcar os tempos corretos. Era preciso encontrar a linha de condução, vulgaridades se pagam com verdades. Nuas e cruas!  Só não quica na minha frente porque não tenho a necessidade de pensar para saber que tenho que chutar para dentro do gol: “A gente está sempre preparado!”… esse é o pensamento de quem nasceu para não ter medo de nada, nem de ninguém.

Beleza, descubro o caminho desta coluna, vou escrever para o Presidente. Não pensei duas vezes, certamente muitos lerão estas linhas… (amigos, conhecidos, adversários e inimigos, blogs e subcelebridades)… Então só me resta colocar a minha casa em ordem e falar da minha verdade, do que e no que acredito.

As arquibancadas são livres e independentes (pelo menos deveriam ser) para manifestar-se sempre e quando for necessário. De preferência, é óbvio, que seja sempre no incentivo, porque se assim for, teremos a certeza de quem em campo estará representando um time que dignifica a nossa camisa, a nossa história, a nossa forma de ser! E esse é o caminho: time forte com torcida participativa e propositiva.

Simples assim!

Outra coisa é a ofensa, vulgar e leviana, de sócios (que concorreram em chapas derrotadas no último pleito eleitoral no Fluminense) desde a zona dos camarotes à figura do Presidente do clube, sem o mínimo de respeito (educação vem de berço) à esposa e ao filho, que estavam presentes… Valentia de frouxo com cheiro de fralda é o que menos o nosso clube necessita neste momento, ignorantes que são do que sejam realmente os males que afligem o nosso caminhar. Para esses tipos de “Zé Ninguém” somente peço as letras do Estatuto do clube. E isso É DEVER do Conselho Diretor. A imagem da Instituição não pode ficar à mercê de uma hipocrisia que nunca de se vestiu de gente. Ser Fluminense tem as sua liturgias, na nossa torcida, a que freqüenta todos os cimentos dos estádios pelo Brasil e pelo mundo, sabem quais valores reconhecer ao final. Nesse sentido, no meu entender, o reconhecimento do trabalho que vem sendo realizado pela gestão do Presidente Pedro Abad se dará ainda em 2018. Fazia décadas, desde a diretoria do Tri, do saudoso Manoel Schwartz, que o nosso clube não tinha um Conselho Diretor com alguns excelentes pontas de lança.

E dentro dessa linha, vamos em frente…

Meu caro Presidente Pedro Abad!

Deixando claro que é o mesmo Gonzalez que lhe criticou em várias ocasiões, em seu dia, como membro do Conselho Fiscal, como Presidente do referido órgão e como candidato a Presidente do Fluminense.

Da mesma forma que é sou o mesmo Gonzalez que um dia fez uma conta simples, na oportunidade de uma Terceira Via, acreditando nas futuras práticas de planos de gestões, de direção de conjugar os princípios da perenidade enquanto essência, sabendo então que tinha entre mãos, talentos e carismas para oferecer, como quadros para o elenco maior. E no momento em que eu apertei a mão, fica explicitamente claro o caminho que eu escolhi porque acredito.

Mas antes vou deixar claro uma parada… na semana passada explodi a “amizade de colega” de mais de 23 anos… a pessoa ao não entender o meu posicionamento de cara ao Conselho Diretor e, principalmente com relação ao Presidente do clube, saiu disparando que eu deveria estar comendo na mão do próprio Presidente do clube.

Moleque, foi a definição que dei a esse infeliz. Revelou não me conhecer, não respeitar a minha dignidade, menos ainda entender a tradução correta.

Repetindo: e dentro dessa linha, vamos em frente…

Meu caro Presidente Pedro Abad!

Permita-me chamá-lo daqui para frente neste texto de Abad.

Na boa, eu entendo o que você deve estar sentindo, conheço essa dor… e o pior, é venenosa ao ser plantada com inverdades, mentiras, sacanagens, vulgaridades. A torcida foi muito dura…  mas sem fundamento!  Sem receitas é impossível caminhar, sem redução drástica dos custos, com o ralo maior do que a força de produção de uma torneira, com uma administração arcaica, provinciana, ninguém quer se aproximar para fazer uma parceria forte, desde que sólida.

Tem que ser muito homem para aguentar o rojão, a minha admiração e o meu respeito por você aumentaram.

Mas isso não basta, meu caro Abad!

Precisamos ser mais cirúrgicos no que queremos. Um ano de gestão dá para sentir quem é quem, o que cada um pode oferecer, o que tem para ofertar ao clube e o se estão compromissados com o futuro.

Falo dos três máximos órgãos das Laranjeiras: o Conselho Diretor, o Conselho Fiscal e o Conselho Deliberativo. Saber quem é quem de fundamental importância.  Entretanto, sem pausas para pensar e se preocupar com quem muda de lado…  manda embora, mas que sempre vença o Fluminense!

Meu caro Abad… a galera está braba e não podemos reduzir apenas à questão política. Desta vez o silêncio omisso de 2013, 2014, 2015 e 2016, resolveu demonstrar a sua insatisfação. E nós que somos FUTEBOL clube (é claro que eu sei que você é dos que pensa o Fluminense como eu penso) devemos entender sem maiores questionamentos.

Então é necessário saber que existe gente insatisfeita sim.  É impossível não admitir, e isso é que é óbvio, não se negocia. Penso que chegou a hora de que algumas mudanças na forma de pensar o futebol tem que ser feitas… vou tentar não fulanizar a questão e sim tentar mostrar como eu vejo.

Penso que não podemos ter executivos sem perfil para dar a cara no futebol. Nem sempre o que serve para uma função, para um determinado desempenho, tem funcionado nas instâncias maiores, as do departamento de futebol profissional.

E o próprio Presidente sabe o quanto eu fiquei na minha com relação ao futebol deste ano, não tive medo de admitir ao término da primeira rodada deste Brasileirão, depois de uma SANTA VITÓRIA. Que faltavam 43 pontos.

Desde o início da sua gestão, Presidente Abad, eu senti qual seria o ritmo financeiro: o do laço no pescoço, que apertava e a gente lutando para não morrer enforcado.  Quem desfilar na minha timeline (coisa que o batalhão dos controladores faz com louvor, através de fakes e feikas…) se deparara com denúncias que levei a cabo em 2015 e 2016, quando tive, com muita RESPONSABILIDADE e CONSEQUÊNCIA, o prazer de ser a grande cara da oposição de então.

Então em janeiro deste ano a minha matemática era diferente… mas os somatórios, coincidência ou não, mais do que parecidos… 40 Milhões de luvas da TV do Brasileiro + 10 de igualar com o Grêmio no Brasileiro (mérito do Peter) + 22 do Carioca + a venda do Gerson + algunas cositas… isso tudo dava na faixa de 120/130 Mi de buraco… Não estou falando de roubo, mas acuso má gestão de então. O curioso é que o Vice Presidente de Finanças durante 2015 e 2016, pertence ao grupo que hoje faz mais barulho na atual oposição. Nem um milímetro a mais, nem um grama a menos.  Tão verdadeiro como real. Nada alertou, sempre colocou a gestão Peter acima do bem…  Deu no que deu!

Portanto meu caro Presidente Abad, foi uma loucura que o Conselho Deliberativo, mesmo com algumas exponenciais discordantes, infelizmente aprovasse as contas da gestão Peter…  um parecer meramente contábil, mas que não sustentava as partes financeiras e administrativas, que são pré-requisitos do atual Estatuto.

Entendo acordos, pré-acordos ou coisas parecidas. Ao não assumir-se a bagunça herdada, preferiu-se o silêncio… só que não se pensou na frente… mais uma vez alertei… “hoje está tudo bonito, a bola entra a favor… mas os ventos do futebol não param”…

E realmente o clima mudou… já era tarde, o próprio Conselho Deliberativo do Fluminense, e falo isso com respeito, mas colocou a bunda do Presidente na janela.

Uma coisa seria dizer que queremos fazer gestão, mas não temos dinheiro para fazer futebol da forma que um clube do nosso porte exige… por causa disso, disso e disso,  transparência total. Outra coisa é deixar que o Peter e o Mario, não paguem pelos seus pecados de 2015 e 2016, que o clube teatralmente pareça estar vivendo no Reino de Alice… Era óbvio que o grosso da nossa torcida iria pensar que se não existiam problemas palpáveis, existiriam soluções sensitivas porque não faltava dinheiro.

É assim que eu penso. Mas temos que olhar para frente. O nosso futebol exige estar à altura da nossa torcida. Necessita de mais equilíbrio, de maior identificação, de maior controle, de maior qualidade. Mesmo conhecendo todos os acidentes de percurso que ocorreram este ano, por momentos foi visível aquela falta de cara e de espírito que o próprio Abel Braga, diagnosticou quando chegou há um ano.

Meu caro Presidente Abad… se aliarmos aos problemas o péssimo comportamento político da parte perdedora do processo passado, com mimimi e adereços de mão, nas incongruência que os mesmos trazem pelo caminho, nos encontramos com uma oposição prostituída e cafetizada. E se existe maldade desde o embrião, é fácil o câncer se expandir… basta com isso ter dois ou três blogueiros de mente interesseira e com dotes de disciplina à corruptela de turno. Tanto que agora, surge no cenário uma terceira, a do papagaio revoltado… aquele que não tem história na casa, nem de presente, nem de nada, porque nada tem a não ser o desprezo… vive de oportunismos, tanto que pensa que ninguém controla que é um traidor, de que se trata de um ser vivente amoral, sem dignidade, daqueles que pediram fora Dilma ou fora Temer… mas que tem salários ilegais nas suas rotinas de vida. O mesmo que hoje lhe julga, desconhecendo em realidade o que se passa, o mesmo que bate palmas para as ameaças sofridas pelo Presidente no jogo contra a Ponte Preta. Oposição raivosa e sem conteúdo, blogueiros contaminados e, agora, a figura do papagaio revoltado.  Realmente tem que ter saco para manter a postura que a liturgia do cargo de Presidente exige.

Os mesmos que sofrem quando são apertados pela história, por fatos que não podem ser modificados, se fantasiam de arautos de uma verdade que é imberbe de sentido de vida.

Ora bolas… ou será que à essa altura do campeonato eu vou ficar preocupado com o que dizem ou com o que escrevem sobre a minha pessoa? A casca do meu corpo é dura, é feita de renúncias, de sofrimento, de caminhos construídos entre abismos, espinhos e de vitórias, mas principalmente porque sou do tipo de HOMEM que sempre se vestiu pelos pés.

Nesse sentido, meu caro Presidente, com certeza este primeiro ano de mandato lhe serviu de universidade da vida neste sentido.

Sou do tipo de pessoa que fala o que sente, que não costumo deixar guardado nada que não seja interessante, principalmente quando se trata de gente.

Nunca precisei de holofotes, pois sempre fui um cara de estratégia. E mesmo sabendo o que rebusnarão sobre a minha forma de ser, neste momento, mesmo discordando de algumas coisas que ocorrem na sua gestão, mesmo por vezes propondo sem sentir eco, descontente que estou de vetos de assessores, que por maior currículo que tenham, ainda desconhecem o cheiro do povo Tricolor. Cada segundo, cada linha, cada letra que sejam propositivas não podem ser desconsideradas por simples ajustes de agenda.

Nem sempre o tão propagado profissionalismo chegará a controlar todas as faces do jogo.  E conhecer ao Fluminense também é questão de tempo. Portanto cabe a alguns profissionais terem uma melhor leitura do momento. Isso de que jogador é quem escolhe o momento para fazer o que por contrato é obrigado não pode ser aceito como verdade absoluta. O Fluminense necessita de outro tipo de voz dentro do vestiário, tanto no trato com os atletas, assim como na cobrança mais firme. Salários e direitos de imagem eventualmente atrasados, não podem servir de desculpas para a resposta, no caso o NÃO, fácil.

E o Fluminense só mudará definitivamente de patamar meu caro Presidente Abad, no dia em que todos ouvirem a todos. E disso eu posso falar em primeira pessoa: às vezes o caminhar em direção e a tentativa pelo convencimento se tornam estéreis antes de nascer.

Ninguém é o dono da verdade absoluta, nem eu pretendo ser. Quem me conhece de verdade (não aquele que me joga confete para aparecer, quando não passa de um ilustre desconhecido) sabe o que eu tenho tentado.

Continuo acreditando, sempre vou dar a cara no meu nome, mas não vou fechar a minha mente e escolher distanciar-me das estradas pelas quais passam a nossa torcida.

O clube, enquanto estrutura física, tem que ser cuidado como estrela maior. Durante décadas sobreviveu sem nada. Da mesma forma de que as águas e as quadras não devem representar mais do que a proposta inicial, que é a da formação de atletas e equipes.

Sim! Deve ser meio que complicado ter pela frente um Conselho Diretor que nem sempre desenhará o que quer para o Fluminense de forma uníssona. Nesse sentido, estamos indo na direção correta, tanto a financeira, como a estruturação da governança.  A transformação segue em curso, eu consigo ver e agradeço ao que vem sendo realizado neste sentido. Mas peço um maior controle e rapidez na defesa Institucional, principalmente no que tange as redes sociais. Tem muita vergonha nauseabunda, que precisa ser extirpada sem contemplações e se preciso for, com todos os rigores da lei.

E por último caro Presidente Pedro Abad, manter as arquibancadas unidas deve ser mantra e levado a cabo através de um diálogo constante. É preciso que se trate o nosso torcedor como parceiro: avulso, de organizadas ou movimentos populares.  Isso de pensar que o torcedor se contenta em ser visto apenas como consumidor é um erro estratégico. Ainda mais é só ver os momentos em que a nossa torcida chegou junto… 1980, 1983, 1984, 1985, 1995… por exemplo só existiram porque tiveram a presença ativa dos nossos, basta recordar o que fez a Força Flu de então (liderou os questionamentos e liderou a festa).

Conhecer ao nosso torcedor, seus costumes, suas vontades, suas inquietações. E se a isso aliarmos a transparência máxima que se possa permitir (entendo perfeitamente os conceitos de confidencialidade), chegaremos a bom porto: o da perenidade.

Unir o Fluminense certamente tem que ser uma das metas, sem medo de dar a descarga de cara a aproveitadores, estejam do lado em que estejam.

Como dizia meu saudoso tio Antonio Castro Gil: “O Fluminense é muito maior do que a nomenclatura de vice-presidente de tal que se carrega no cartão de visitas”… e ele tinha toda a razão… ainda hoje, principalmente desde fora, tem  gente que anseia ter um papelzinho desses com seus nomes sendo apresentados pelo escudo do Fluminense.

Terminando meu caro Presidente Abad…

Se ao final da sua gestão, além do principal que são títulos no futebol, se o Fluminense conseguir fazer com que, a partir de agora, as estruturas impeçam o surgimento de figuras inconsequentes e irresponsáveis como o Gil Carneiro, como o Álvaro Barcelos, como o Horcades, como o Peter Siemsen e como o Mario Bittencourt, será sinal inequívoco de realmente o clube caminha na direção correta. Que jamais nenhum perfil desses volte a ter o poder da caneta dentro das Laranjeiras.

Espero não ter enchido o saco… nem ao Presidente… nem a ninguém. Mudei o ritmo da escrita… dessa forma obrigo aos meus algozes a aprenderem muito mais do que sabem.

O momento pede a utilização extrema de inteligências, de pessoas inteligentes. A análise tem que ser ampla, sem porém. O francês, de origem judaica, Patrick Bruel, foi muito feliz ao escrever “Casser La Voix”, cuja tradução para o espanhol ficou em “Romper La voz”…

É um grito… de liberdade, de libertação, de ruptura com o convencional…

“Los amigos se van, los otros se quedan… Me he dejado juzgar por los come-mierda…  Encuentros fallidos tiempo que se quema…  Jóvenes cansados, viejos que esperan.

Flashes que nos ciegan desde el televisor…  Bufones que imponen el color del amor…  Vagar por la ciudad sin sentirse mejor…  Y ese miedo sin fin y ese puto dolor”…

Como disse, são versos rasgados…

“Chicas de la noche, las que huyen del sol…  Un revolcón con ellas lo llamamos amor… La vergüenza maldita que el espejo devuelve… Reflejando el vacío y un perdón urgente…  Ver a un niño sufrir y a un hombre llorar…  Y tener que admitir tanta mediocridad…  Canciones que nacen como un grito feroz…  Desgarran mi garganta hasta romper la voz”

No dia 28 deste novembro de 2017, na próxima reunião do Conselho Deliberativo, vamos ter uma apresentação do Vice Presidente de Finanças, Diogo Bueno. Quem lá estiver, com meio segundo de luz, vai perceber a diferença de como estão cuidando bem do Fluminense.

Com certeza os resultados aparecerão para regozijo de todos aqueles que nunca deixaram de acreditar.

Um forte abraço Presidente Abad!

Um forte abraço a todos os Tricolores.

Saudações TETRAcolores

Antonio Gonzalez

PS1: Bom cabrito não berra, por enquanto que role o batidão.  É só procurar hemerotecas e videotecas;

PS2: Pior do que ser mãe do bagaço é ficar de joelhos para o que ele deixa pelo caminho;

PS3: Amanhã tem que atropelar o Sport.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: agon

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