É o mesmo Flu? (por Ise Cavalieri)

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É o mesmo Flu?

Dois campeonatos, apenas quatro dias de diferença e posturas totalmente opostas.

Brasileirão: Time displicente, irregular, contra o JEC levou dois gols em 15 minutos resultando em mais uma entrega, enquanto isso todos os times da parte alta da tabela empatando no mínimo. Perdemos pontos de extrema importância para times que estão abaixo de nós: Chapecoense, Inter, Vasco e companhia. A história do Robbin Hood…

Copa do Brasil: Dez desfalques, time organizado, partida muito segura de toda a equipe e Scarpa honrando em qualidade e vontade. Por sinal, este vem sendo um dos melhores do Fluminense na temporada. Joga no meio, ataque, ala, lateral esquerdo e se coloca na zaga. Grata surpresa!

Nem o time todo remendado e a falta do nosso capitão atrapalharam nosso brilho. E nem o choque do trovão salvou o Pikachu; voltou para sua pokebola na marra. Quanta diferença, hein Fluminense…?

Agora outros tópicos não menos importantes a serem analisados:

Fred:incompetência do departamento médico do Fluminense? Hoje com a tecnologia e exames avançados, como foi possível a liberação do jogador? E preparação física? Vira e mexe algum jogador caído em campo com câimbras. Pelo visto, tem gente recebendo sem trabalhar direito.

Cavalieri: Depois que o departamento médico liberou o Fred nessa situação, fico até com o pé atrás com a volta do goleiro titular. O jogo desse fim de semana será pesado e seria um jogo mais apropriado para o Júlio Cesar, que por acaso está em boa fase, passando segurança não somente nas defesas, mas principalmente nas saídas do gol.

Transmissões: Não troco por nada o estádio. A cada dia fica mais insuportável acompanhar um jogo pela televisão. A vontade é deixá-la muda e acompanhar apenas as imagens ou junto com o bom e velho rádio ligado. Narradores o tempo inteiro forçando torcida para o time adversário, comentários tendenciosos e pessimistas, além de diversas baboseiras.

Contra o Paysandu, jogador é expulso depois de machucar o Edson e sou obrigada a ouvir que é a forma certa de “subir” para disputa de bola, só que às vezes o juiz dá falta. Oi? Isso é sério? Vai ver que os loucos da história somos nós, que vimos o absurdo do lance. Vai ver que quase fratura também é normal…

No mais, é voltarmos o pensamento no Brasileirão e esperar que o Fluminense seja tão organizado como foi na quinta feira, sem deixar que mais pontos escorram pelas mãos. Temos totais chances de lutarmos pelos dois campeonatos.

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Aproveitando a coluna de hoje para prestar uma singela homenagem ao sr Carlos Alberto de Lima, seu Limão, como era chamado. Que esteja em paz ao lado de Deus.

Meus sentimentos ao Marcos Vinicius Caldeira, o qual tenho muito respeito e toda família.

“Quem amamos nunca morre, apenas parte antes de nós”.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @isefinato

Imagem: ricardo alonso (jottas)

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