Delei (por Paulo-Roberto Andel)

delei ide gomes futura press

Meu caro Delei,

É difícil traduzir em palavras o que foi ver você jogar.

No Youtube, aí está o passe genial para o gol de Assis 1983. Ou dizer que você fez com que o querido Givanildo tivesse que fazer as malas e embarcar de volta para Pernambuco: ele percebeu que contigo no elenco, só daria pra jogar recuado de quarto-zagueiro – e lá estava o imortal Edinho, Edinho 1980, favor não confundir.

Ah, sim, você é um botão meu de galalite, a parte branca enfumaçada com detalhes, muito valorizado no mundo do futebol de dadinho. Tem contrato com o meu time há exatos trinta e três anos.

Cracaço! Quem viu, viu.

Desde os tempos das preliminares de juvenis, você fazia a festa. Depois, poderia ter jogando tranquilamente na seleção brasileira, mas havia Cerezo, Falcão e outros. Isso não te impediu de ser o cérebro de um dos maiores times da história do Fluminense, à procura da partida perfeita como fez em 1984 contra o Corinthians no Morumbi.

Dentro das quatro linhas, um gigante, um monstro, um escudo de talento do Fluminense desfilando pelos gramados. Tudo bem, depois você fez só uma partida contra a gente, marcou gol de pênalti naquela incrível disputa às três da tarde no Maracanã vestindo o manto alvinegro. Felizmente vencemos, mas foi doloroso te ver do outro lado.

Churrascaria Estrela do Sul, final entre Figueirense e Fluminense pela Copa do Brasil, fizemos o gol, depois uma pressão danada. Você olhava o telão feito fosse águia estática encostado numa coluna. Em algum momento, acertamos um contra-ataque, eu gritei: “Vai, Delei”. Você sorriu e agradeceu: quanta gente já não fez a mesma coisa? Todos sonhando com o dia de te ver no campo novamente, mesmo sabendo que é impossível.

Nada vai apagar a chama eterna do teu talento como craque do Flu. Nada.

E o mundo mudou, depois você foi nosso treinador, saiu, seguiu carreira política, está aí bem cotado na vida pública e merece respeito. Todo e respeito ainda pela decisão que tomou há pouco: a de ser candidato à presidência do Fluminense. Democracia é isso aí.

Contudo, sou obrigado a admitir: pela primeira vez em décadas, você me deixou triste. Não pelo passado, que está lá intacto e feliz em livros, vídeos, fotos e grandes lembranças. Mas pelo presente.

Toda vez que pensei em você, veio à tona a imagem de uma camisa do Fluminense. Um escudo. Uma bandeira. Há pouco, o anúncio da tua candidatura refez este mesmo desenho.

Por tudo aquilo que vivi de 1980 até hoje, é inimaginável escalar no meio-campo do meu time de botão você tabelando com o Dr. Roberto Horcades, a quem imaginava com seu rol de serviços prestados ao clube devidamente encerrado – exceto pelos pepinos a posteriori, dignos de uma vasta feira.

Mas foi o que essa imagem acima do texto revelou. Comigo de treinador, seria uma formação impossível.

Eu não merecia isso como torcedor, frequentador das arquibancadas, apaixonado pelas nossas cores e ocasionalmente escritor delas. Você e a bandeira? Tudo bem.

Mas um democrata compreende as regras do jogo, por mais oblíquas que pareçam – e são.

Lugar de ídolo do Flu é nas Laranjeiras, sempre.

Mas não necessariamente na cadeira presidencial.

Queira me desculpar, querido ídolo: pela primeira vez na vida, serei obrigado a torcer muito contra o teu sucesso. Nesta partida de novembro, secar cada lance, vaiar e fazer figa. Que tristeza!

Tudo por uma causa nobre: não quero que aconteça com a tua imagem o mesmo que agora sucede com o ídolo vascaíno Roberto Dinamite.

O jogo político me empurrou para o outro lado da arquibancada.

O craque dos gramados é uma paixão eterna. O botão está escalado pra sempre no meu time titular.

O candidato, não.

Por favor, me compreenda.

Abraço de sempre. Toda a sorte do mundo, exceto na eleição do Fluminense em novembro.

PS: Não estou apto a votar – de propósito. Escapei dessa.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @pauloandel

Imagem: Ide Gomes/ Futura Press

30 Comments

  1. Triste é ver um grande poeta e tricolor como vc tabelando com o sistema de cooptação instalado no clube. Benemérito, figuras da política e até a torcida sendo vítima desse inescrupuloso método. Não deixe que a informação e o jornalismo sucumbam também.

    1. Mario,

      Se você julgar meu trabalho por aqui a respeito exclusivamente de minhas opiniões politicas, é melhor realmente não mais acompanhá-lo.

      Mais triste ainda é ver torcedores como eu considerando com simpatia a volta ao poder – via alianças – de pessoas como o Dr. Roberto Horcades.

      Se você leu minha reprovação ao caminho espúrio do governo 2004-2010 do clube como alguma cooptação da atual gestão, abusou do psicodelismo na interpretação do texto.

  2. Você colocou muito bem “conchavos pessoais e jogos da política do clube”. Isso “JAMAIS DEIXOU DE EXISTIR” nestes últimos três anos. Isso é fato!!! E fato também, são algumas coisas bem piores que nem todo sujeito que acabou de chegar sabe com facilidade.
    ST,
    Eduardo Coelho

    1. Eduardo, não me referi a apenas três anos, mas a trinta e cinco.

      Os problemas do Fluminense e as moscas varejeiras do clube não surgiram em 2010.

      E pensando bem, às vezes é salutar a visão dos que chegaram agora.

      Os “grandes veteranos” ou mesmo os “respeitáveis beneméritos” muitas vezes são contaminados por um arsenal de rancores, derrotas e frustrações. Em política de futebol isso é recorrente: inúmeros casos onde o sujeito carrega seus recalques pessoais diversos na expectativa de benefícios próprios ou auto-afirmação não conquistada em outros palcos sociais. Nenhum clube está imune a isso. O Fluminense tem isso há décadas. O cenário politico deste
      momento é uma perfeita fotografia.

  3. Caríssimo Andel,
    Se eu tenho uma opinião a respeito de alguém, devo dizer o que penso. Sobre excepcional historiador, quanta honra. Sou apenas um andarilho que carrega bandeiras desde sempre. Mas inicialmente escrevi demais. Só apareceu até a quinta linha. Aí dividi por partes. Creio que os leitores compreenderão o texto. Não poderia perder está oportunidade sabendo do excelente nível de seus milhares de leitores fiéis.
    Você colocou muito bem “conchavos pessoais e jogos da política do clube”…

  4. PARTE 12

    Você não está apto a votar? Que beleza, hein! Escapou dessa? Talvez
    não. Pois não terá como escapar de estar ao lado na arquibancada do
    “IMPOLUTO E GRANDE GESTOR PÚBLICO”. É de fato ou de direito? Pouco
    importa. O que importa é o que virá. E agora? Não tem perdão!

    Saudações Tricolores,

    EDUARDO COELHO

    1. Eduardo, deixe de bobagem. Ahahahaha.

      Mais de um milhão de tricolores já acessaram o PANORAMA e sabem muito bem porque eu não votarei. Não queira usar isso como distorção, vai depor apenas contra as tuas ideias tão defendidas aqui.

      O gestor? Ah, sim, a outra turma está somando forças?

      Ah, claro: eu jamais deixaria de publicar um comentário teu. É que você faz muitos, todos oceânicos, caudalosos, já estava tarde, fui namorar e dormir, rsssss. Aliás, se cabe uma pequena e humilde dica de quem chegou agora na literatura (22 anos), rssssss: diminui-los é uma boa: acaba confundindo o editor e os leitores.

      De toda forma, estão todos aí.

      Abraço de sempre.

  5. PARTE 11

    O jogo político te jogou para o outro lado da arquibancada? Beleza!
    Faz parte do processo democrático. Mas cuidado! Pois, muito
    provavelmente, você – da arquibancada – descobrirá ao longo do
    processo, que, alguns com “PELE DE CORDEIRO” são na verdade “LOBOS”.
    Depois não se assuste se perceber que estão bem ao seu lado.

    1. Obrigado sinceramente pela preocupação, Eduardo.

      Mas pode se poupar dela.

      Ao contrário dos que alguns recalcados dizem por aí, eu não cheguei nessa ontem. Nem anteontem.

      Vindo de uma casa de comunistas presos e torturados, desde pequeno eu sempre tive cuidado quanto a deslumbramentos políticos e casuísmos. Coisa muito mais grave e ampla do que a esfera de um clube de futebol, mesmo o nosso amado Fluminense.

      Qualquer leitor simplório – e desprovido de leviandade – sabe do meu apreço pela figura de Delei, o que não quer dizer de forma alguma que eu tenha que apóia-lo em qualquer eleição que seja.

      Não tenho dúvidas da integridade de Delei. No entanto, tenho muitas certezas a respeito de alguns de seus apoiadores – dentre eles, gente que está insatisfeita com a situação atual não por convicção política, mas por não ter recebido cargos, empregos bem-abonados e outras quinquilharias.

      Essa picuinha não é de hoje. Meu pai a relatava em 1979, estamos em 2013.

      Sinto-me à vontade para pegar carona e acompanhar isso tudo de uma torre de vigia, expressando minha opinião com honestidade e sem a amarrotada puerilidade de pagar de dono da verdade – um papel mofado que minha idade já não permite.

      Assim como desejo toda sorte ao Delei EXCETO na eleição, o mesmo vale para você na condição de eleitor entusiasmado e engajado. Já te disse pessoalmente da admiração que tenho pela luta de pessoas como você; porém a admiração – que nem precisa ser biunívoca – não é chancela para tudo.

      Duas observações são importantes: se, pensando bem, você não se surpreende comigo, eu me divirto com você. Eu respeito sua intelectualidade. Não pagaria para você de donatário da história una. Creio, que nesse caso ai sim a recíproca deve ser obrigatória – mas apenas para que uma troca de ideias não caia no ridículo.

      E continuarei na luta para que os leitores do PANORAMA, público-alvo, continuem se surpreendendo comigo. A julgar pelas estatísticas e a receptividade nas arquibancadas mais redes sociais, dia de sol.

    2. Eduardo, nada pode ser mais frágil do que essa divisão arquibancada x torcida. O Fluminense tem uma só, apenas uma só torcida e ninguém é melhor do que ninguém porque tem disponibilidade – ou mesmo ociosidade – para exercer a lida dos corredores do nosso admirado clube. Milhões de tricolores não votarão e nem por isso são menos tricolores do quem quem “está no clube” (alguns, como meros papagaios-de-pirata). Reducionismo oco.

  6. 5)

    Em decorrência disso, tive a oportunidade de conhecer bem de perto o
    exitoso trabalho desenvolvido pelo Delei em sua cidade natal, Volta
    Redonda. Por causa desta proximidade, em 2005, quando eu ainda estava
    no PV e não era sócio do Flu, cheguei a fazer um ‘projetinho’ para
    escrever um livro sobre a vida do Delei. Não rolou. Mas a ideia nunca
    morreu. Seria uma forma de relatar um pouco da vida e da carreira do
    “único jogador de futebol” que conquistou todos os títulos do
    Flu na…

  7. PARTE 10

    o ‘discurso furado’ do “BRUXO” que defende o
    seu valoroso ‘prato de comida’).

    Só pra ilustrar, se compararmos o Delei ao Roberto Dinamite, nas três últimas eleições parlamentares de ambos, o Delei supera ‘o maior ídolo’ do Vasco em mais de 35 mil votos. Essa ‘pequena diferença’ elege muita gente em qualquer lugar do Brasil.

    1. Obs2: como se vê, a “campanha” não estava propriamente no texto, mas nos comentários.

      Ainda assim, excelente saber que para você o PANORAMA é uma importante tribuna de democracia e visibilidade, ao contrário do relato de terceiros.

  8. PARTE 9

    O Delei nunca baseou suas campanhas eleitorais na torcida do
    Fluminense. O Delei nunca teve muitos votos na cidade do Rio de
    Janeiro na conquista de seus três mandatos (já estudei pessoalmente
    isso). Seu eleitorado está bem concentrado no Sul Fluminense.
    Portanto, o Delei não está precisando de holofote, muito menos de
    trampolim no Fluminense para eleger-se parlamentar (como alguns
    ingênuos repetem por aí o ‘discurso furado’ do “BRUXO” que defende o
    seu valoroso ‘prato de…

  9. (PARTE 8)

    Dinamite desde que se candidatou pela primeira vez, baseou-se em vínculos
    emocionais junto com a torcida do Vasco por ser ‘o maior ídolo’ do
    clube de São Januário. E só. O Delei não!

  10. (PARTE 7)

    Portanto, quando o Delei candidatou-se pela primeira vez para Deputado
    Federal pelo PV, obtendo 39 mil votos, ele já tinha todo um trabalho
    realizado em sua cidade natal e municípios adjacentes. Ao contrário do
    Roberto Dinamite, que merece todo o nosso respeito, mas que não
    estudou quase nada, antes ou depois da carreira de jogador de futebol.
    Dinamite antes de ser eleito parlamentar pela primeira vez, nunca
    realizou nenhum trabalho – fora do futebol – significativo.

    ***…

  11. EDUARDO COELHO (PARTE 6)

    O Delei – como Secretário de Esportes e Lazer – desenvolveu inúmeros
    projetos “muito bem avaliados” por toda a população, não só de Volta
    Redonda, como de todo o Sul Fluminense. Observei pessoalmente esta
    aprovação, com a população convivendo em Volta Redonda. Delei
    desenvolveu projetos visando uma melhor qualidade de vida para a
    ‘melhor idade’, para as crianças, para os portadores de necessidades
    especiais. E ainda alguns ecológicos.

    *** Service disabled…

  12. EDUARDO COELHO (PARTE 4)

    Na condição de “fundador do Partido Verde”, eu tive a oportunidade de
    conhecer o Delei pessoalmente em 2001, quando ele tornou-se meu
    correligionário político. No PV – identificado por possuir pessoas
    intelectualizadas em seus quadros – o Delei passou a ser respeitado
    por todos, inclusive por lideranças como Fernando Gabeira e Alfredo
    Sirkis. Você bem sabe que, sou um “militante ideológico” de causas
    nobres. E na ocasião, eu fazia parte do Diretório Nacional do…

  13. EDUARDO COELHO (PARTE 3)

    Como você acompanhou a carreira do Delei – como eu –, deve recordar-se
    que, para os padrões do nosso futebol, o Delei sempre foi um cara
    especial, diferente, com algumas posições questionadoras. Sempre
    demonstrou ser uma pessoa inteligente, com forte personalidade e bem
    articulado. Percebíamos que ali, não existia um simples ‘boleirão’
    como vários que existiam (e ainda existem) por aí. Posteriormente, o
    Delei formou-se em Administração Esportiva pela UERJ.

    ***…

  14. EDUARDO COELHO (PARTE 2)

    Agora, me surpreende você ter preferido colocar uma foto do Delei ao
    lado do Drº Horcades. Assim parece que é campanha. Estamos em
    campanha???

    Pela beleza e sensibilidade de seu texto, talvez, a escolha poderia
    ter sido outra. Quem sabe Delei no parlamento? Quem sabe Delei
    envergando a camisa tricolor? Mas a escolha é sugestiva. Pensando bem,
    não me surpreende.

    *** Service disabled. Check access key in CleanTalk plugin options. Request number…

    1. OBS1: o que me parece estranho em seu comentário é a preferência por imagens antigas em relação a um texto que foi publicado minutos após o anúncio da candidatura.

      Aliás, existiria algum motivo para se evitar a ligação da imagem do candidato Delei ao entusiasmado eleitor Roberto Horcades?

      Ou vários?

  15. Caro Eduardo,

    1) O PANORAMA, como bem sabem seus milhares de leitores fiéis, não cai em esparrela alguma da FlaPre$$ – e você, também inteligente e sempre nesta tribuna nos prestigiando, bem sabe a respeito. Nosso espaço é de livre independência, opinião e crítica de cada um dos nossos colunistas, nenhum deles ligado a eternos conchavos pessoais e jogos da política do clube – isso, sem contar coisas bem piores que qualquer sujeito que acabou de chegar sabe com facilidade. Caso algum dos nossos articulistas resolva defender a candidatura do craque Delei, ótimo. Eu, não, por tudo o que ela representa, a contar da trágica declaração de voto. Entretanto, aqui somos plurais e respeitamos o contraditório inclusive entre nós: não cabe ao PANORAMA nenhum ingênuo e pueril papel de dono da verdade. Como editor da casa, sigo Tim Maia: “Não estou nessa”;

    2) Fico muito honrado com a tua declaração pública a respeito da minha inteligência. Ter um excepcional historiador respeitando minha capacidade intelectual é motivo de imenso orgulho, além de encontrar alinhamento em – sem falsa modéstia – outros milhares de pares por aqui. Mas nada disso me deslumbra: eu sou apenas um ótimo escritor de ofício.

  16. Prezado Andel,

    Talvez caibam algumas contribuições para enriquecer ainda mais ao seu belo texto…

    Fique muito tranquilo que o Delei não estará tabelando com o Drº Horcades em nada. Mas muito tranquilo mesmo. Declaração de voto qualquer um dá sobre o seu livre direito de escolha. E candidato nenhum, em qualquer lugar do planeta, em qualquer época, rejeita “VOTO”. Você é inteligente e não cairá na esparrela da abominável Fla-press. Por sinal, parece que “todos” já estão com a lição de casa…

  17. Vale lembrar que não é só o Horcades e a sua ex diretoria quem apóia Deley….
    Tem ainda o Alcides Antunes e aquela turma toda que levou o Fluminense para a terceirona!!!
    Grande renovação essa!

    Assim fica muito fácil votar no Peter…

  18. Delei, será sempre um ídolo no campo!

    Mas, se prestou a um papel ridículo por um projeto pessoal inflado por meia dúzia de fanfarrões!

    Quer se apresentar a um mês do pleito como um pleito impondo sabe-se lá que projeto.

    Ridículo! Abominável!

    Não cabe mais fanfarronice no Fluminense.

    Depois das eleições, continuará sendo meu ídolo!

    Assim espero.

    *** Service disabled. Check access key in CleanTalk plugin options. Request number 101166fe988c4bf2dca9570d6b021a2b. Antispam service…

  19. (COMPLEMENTO), DESCENDO A LADEIRA, E A CULPA É DE ANTECESSORES, PELO MENOS É ISSO QUE ESCUTO NOS QUATROS CANTOS DO CLUBE, MEU POST NÃO TEM NADA A VER COM SEU BRILHANTE COMENTÁRIO, P.R. ANDEL PANORAMA!!!

  20. DEMOCRATICAMENTE, AS OPINIÕES TEM QUE SER, E DEVEM SER RESPEITADAS, MUITOS TRICOLORES PENSAM COMO VC, E MUITOS TRICOLORES, PENSAM DIFERENTE A VC, ISSO CHAMA-SE PROCESSO DEMOCRÁTICO, EU APRENDI QUE EM POLÍTICA NÃO EXISTE CANDIDATO RUIM, DESONESTO, INCOMPETENTE E NEM FEIO, ISSO OLHANDO DE UM LADO, EU SÓ ACHO QUE ESTÃO VENDO NOSSO QUASE FALIDO CLUBE, UMA MARAVILHA, SEM DEFEITOS GESTACIONAL, COM ERROS SÓ DE ANTECESSORES, O QUE PRA MIM, É UMA TREMENDA COVARDIA, AS DÍVIDAS CRESCEM, O TIME VAI…

  21. Concordo plenamente com o seu lindo comentário sobre o craque Deley.

    Só uma coisa a acrescentar: Peter forever…

    ST!

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