Americano 0 x 4 Fluminense: atuações (por Mauro Jácome)

O Fluminense começou a partida com marcação forte no campo do Americano. Recuperava a bola e trocava alguns passes na intermediária. Aos 9’, Luciano recebeu na entrada da área e fez a assistência para o Yoni González. O colombiano bateu de primeira na trave. O jogo se desenvolvia no campo do Americano. O posicionamento do meio-campo impedia o contra-ataque da equipe campista. No entanto, faltava maior aproximação da área para permitir a conclusão. Após a parada técnica, o ritmo do jogo caiu e ficou chato. Mas o Fluminense continuava trocando passes. Aos 39’, Daniel viu Luciano na área e lançou. O atacante ajeitou, girou para o meio, nos pés de Everaldo, que bateu no alto e abriu o placar.

O panorama continuou o mesmo no segundo tempo, o Fluminense trocava passes e o Americano se fechava. Aos 6’, Daniel pegou a bola numa saída errada do goleiro, tocou para Mascarenhas, recebeu, virou e bateu por baixo. O goleiro salvou. O Fluminense acelerou e marcou dois seguidos: aos 16’, Everaldo foi ao fundo e rolou para Yoni González, que avançou e tocou para o meio. A bola desviou na zaga e foi para as redes; aos 19’, Daniel bateu uma falta para a área e Matheus Ferraz subiu com estilo e cabeceou no canto. Aos 39’, O Fluminense recupera a bola, Daniel faz lançamento preciso para Yoni González. O atacante avançou e tocou fora do alcance do goleiro. Partida segura do time de Fernando Diniz.

RODOLFO

Assistiu ao jogo.

EZEQUIEL

Não tem nenhuma imaginação. Se recebe livre, olha e cruza nos pés da zaga adversária; se tem marcação, ou passa para o lado ou perde a bola.

IBAÑEZ

Não teve trabalho.

NATHAN RIBEIRO

Manteve o nível.

MATHEUS FERRAZ

Muito bem nas bolas aéreas ofensivas. Ganhou várias e marcou um gol numa delas.

MASCARENHAS

Menos ofensivo do que no jogo anterior. Limitou-se a tocar para os lados.

AIRTON

Na primeira disputa mais forte, tomou amarelo. Jogou perto dos zagueiros e não complicou.

BRUNO SILVA

Deu uma entrada desnecessária logo no início. O árbitro quebrou o galho e não deu o amarelo. Deu outra no segundo tempo e levou o cartão. Dessa forma, vai ser suspenso a cada três partidas jogadas. Com a bola nos pés, foi muito bem: tocou de primeira e deu sequência.

CAIO HENRIQUE

Trocou alguns passes e deu um chute ao gol.

DANIEL

Esperto hoje. Distribuiu bolas mais verticais. No primeiro gol, lançou Luciano na área. No começo da etapa complementar, iniciou um ataque e quase marcou o segundo. Fez o cruzamento no gol de Matheus Ferraz. Um belo lançamento para Yoni marcar o quarto. O nome do jogo.

LUCIANO

Joga melhor quando sai da área para trabalhar a bola. Deu uma assistência para Yoni González mandar na trave. Ótimo giro para Everaldo abrir o placar. Cansou no segundo tempo.

YONI GONZÁLEZ

Na primeira bola que pegou, mandou na trave. Teve outra oportunidade no primeiro tempo, mas bateu alto e perdeu o gol. Na segunda etapa, dois gols aproveitando a velocidade. Destaque para o segundo: esperou a definição do goleiro e tocou longe do alcance. É muito forte, veloz e sabe concluir.

MATEUS GONÇALVES

Entrou no final. Só deu tempo para uma arrancada.

EVERALDO

Muita movimentação. Com Luciano e Yoni González centralizado, teve a função de espalhar a marcação do Americano. Acompanhou bem a bola para concluir e marcar o gol.

FERNANDO DINIZ

A saída de bola está mais consciente. Bruno Silva deu melhor qualidade. No entanto, faltam laterais para descentralizar o jogo. A troca de posições entre Luciano e Yoni González foi importante para a criação de espaços. Daniel teve papel importante para que a bola chegasse à área do Americano.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @MauroJacome

#credibilidade

1 Comments

  1. Achei excelente a atuação, mesmo levando em conta a fraqueza do adversário. No ano passado, um jogo desses, em campo ruim, seria um tormento. Grandes destaques individuais o goleiro Rodolfo, inclusive com a bola nos pés, Ibañez, Airton, Bruno Silva, Daniel, Yoni Gonzalez e Everaldo. Pena que tudo isso vai se desvanecer aos poucos, e o trabalho do Diniz vai ser destruído, quando os salários não chegarem já a partir de janeiro.

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