Pensando em 2016 (por Ise Cavalieri)

2015

Sempre fui do tipo de torcedora que acredita até o fim, que acredita em viradas, milagres, ajuda divina e afins. Do tipo que acredita mesmo com todos os erros.

É preciso que o campeonato vá se aproximando do fim, para então a ficha da realidade cair, se havia razão em se acreditar ou a verdade era o oposto da crença.

Depois da eliminação da Copa Brasil e diante do jogo do sábado passado, onde fomos tachados como fregueses do Chapecoense, enfim fechamos o ano de 2015. Agora é cumprir tabela, com a certeza de mais uma vez terminar o ano no zero.

Começamos com as mesmas esperanças, as mesmas expectativas e sonhos. Infelizmente, também, os mesmos erros.

Há três anos que o Fluminense conquistou o tetra brasileiro e junto vem a lembrança de um time com espírito vencedor, os pensamentos de quantos erros temos cometido depois disso, de quantas chances deixamos passar. Desde incompetências (como 2013) a motivos, digamos, “desconhecidos” de 2015.

Em 2016 o lema parece que será “paciência” (mais), com as divisões de base sendo referência, a administração do Maracanã por mais algumas décadas, o tão sonhado CT finalmente saindo do papel.

Uma hora, todo bom investimento dará certo e claro, é de se esperar que os jogadores que permanecerem sejam sábios para perceber os erros de todo este 2015, que tenham peito para corrigi-los e que as novas contratações impactem positivamente nosso elenco.

Que venham novos planos, novas esperanças e, enfim, taças.

O time precisa da torcida, mas a torcida também precisa sentir que o time luta e não se entrega antes do fim. É preciso que seja assim em todos os jogos.

Que aquele Fluminense guerreiro, que vimos algumas poucas vezes nesse ano, ressurja e resolva ficar de vez.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: google

capa o fluminense que eu vivi lado b são paulo e brasilia

LANÇAMENTO O ESPIRITO DA COPA RJ

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