SDU – BSB (por Rods)

Quando estiver pronto, o Mané Garrincha ficará assim
Foto da maquete antes mesmo do estádio ficar pronto para a Copa.

É provável que você que me acompanha no Panorama Tricolor já saiba que sou de Brasília. Moro no Rio já há alguns anos, mas optei por manter meu dever cívico na Capital Federal. Além de servir de desculpa para visitar minha família e meus velhos amigos, acredito que o DF precisa mais do meu voto. Mas enfim, já de passagem comprada, recebi a excelente notícia – ao menos pra mim e para os tricolores locais – do jogo a ser realizado no Mané Garrincha, dia quatro. Obviamente, estarei lá.

Sei que é chover no molhado, mas só saberemos que Fluminense jogará em Brasília quando for dado o apito inicial. Mas algumas coisas apontam para uma tarde feliz para nós no Mané Garrincha. Com dois dias de descanso e o restante da semana livre para treino, comissão técnica. O próprio Jean fez vários elogios ao gramado do estádio, um tapete verde que facilita o estilo de jogo com toque de bola do Flu. Além disso, o Bahia ainda joga no meio da semana. Não há desculpa para ficarmos atrás no preparo físico.

Sem me permitir entrar em “oba-oba” algum, eu realmente espero ver o mesmo Fluminense que jogou o segundo tempo no Morumbi.

A parte ruim desse jogo no Mané Garrincha é o preço dos ingressos, que, mesmo com a meia-entrada por 2 kg de alimento, fica em 70 reais a mais barata, no mesmo setor de maior desconto para os sócios. Também me chateou bastante descobrir que, diferente do Maracanã, não há gratuidade para idosos. Não à toa, foram vendidos apenas 2,5 mil ingressos até ontem (terça-feira). Se continuar assim, já prevejo uma experiência próxima à de ver o jogo na arquibancada leste do Maraca… Torço para que esse número chegue ao menos a 15 mil.

Mais da zaga

Uma luz no fim do túnel! Douglas Santos, coordenador do nosso Departamento Médico, disse em entrevista que o Gum pode voltar a jogar ainda esse ano. Faltam 13 rodadas. Levando em conta reabilitação, treino e ritmo de jogo, eu não duvido não duvido que ele possa vestir a camisa tricolor nas últimas cinco partidas do ano.

E o Henrique, hein? Obviamente chegou já chumbado, com o Flu sabendo ou não. Ele não se omitia nas jogadas, mas era possível perceber momentos nos quais ele se poupava. Até que as dores aumentaram e o tiraram de vários jogos. Sua cirurgia no menisco foi considerada um sucesso e pode ser que volte a jogar em um mês. O jeito é esperar.

Por enquanto temos que nos virar com Marlon e Elivélton. O primeiro já conta com toda a confiança da torcida, enquanto o segundo com toda a desconfiança. Mas a parte ruim é saber que a primeira opção no banco é o Fabrício. Depois de tudo o que aconteceu, não sei nem se ele mesmo gostaria de entrar em campo. Para compor o elenco, foi “apresentado” Léo Lélis, de 21 anos, que estava emprestado a um time norte-americano e desde que voltou treinava com os juniores, dos quais também foram puxados Derlan e Marcelo, que formam a dupla titular.

Diante de tudo isso, eu até perguntei no último Programa Panorama Tricolor onde está Wellington Carvalho, mas já descobri que foi emprestado para o Ceará.  Será que tem como pedir pra trocá-lo pelo Fabrício? Já que é pra jogar com o Anderson…

Rir pra não chorar…

E não é que o empresário do Walter mandou uma ameaça velada ao Fluminense? Disse que o atacante quer ficar, mas deseja saber dos planos tricolores. Olha, eu fui um dos que acreditou que ele faria história no Fluminense. Sua qualidade é inquestionável. Mas a gula não o permite jogar em alto nível. Uma pena, pois eu realmente queria vê-lo “deitar e rolar” várias vezes. Porém, se é assim, a porta é serventia da casa.

Panorama Tricolor

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Foto: Rods

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