Reinvenção tricolor (por Paulo Rocha)

Após resultados frustrantes nas duas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, o Fluminense deu um belo presente à sua torcida. A virada sobre o Grêmio, na Arena, mostrou que o time pode sim sonhar com alguma coisa boa na competição.

Não diria que o título possa ser conquistado, afinal, nosso elenco está longe de ser milionário como os de alguns competidores. Porém, nos foi dada uma prova de que dignidade não irá faltar em nossa caminhada. Era o que esperávamos.

Na verdade, a saída do Everaldo, em que pese seu bom momento, tornou o Fluminense menos previsível. Todo mundo já tinha sacado que ele era a válvula de escape. Fernando Diniz teve que reinventar o time e conseguiu, pelo menos em Porto Alegre.

A volta de Pedro colabora também com a mudança positiva. Os adversários o temem; com ele em campo, ganhamos a figura do pivô. Sua presença é de importância fundamental. Contra o Botafogo, sábado, no Maracanã, ele deve começar jogando. Tomara.

A torcida tricolor merecia uma vitória épica há muito tempo. E ela veio em boa hora. Que ela seja o combustível para novas exibições como aquela. Somente o futebol permite, no mesmo dia, acordar na lanterna e ir dormir cheio de orgulho no coração.

Encerro dizendo que gostaria muito de ir ao Clássico Vovô, mas contraí uma virose braba que me impossibilitará. Não apenas de ir ao Maraca, mas também de comparecer ao aniversário de 100 anos do Estádio das Laranjeiras. Quantas lembranças, quanta saudade.

O TRICOLOR – informação relevante.

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