A magia de uma noite de Fla-Flu (por Paulo Rocha)

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Chegou a hora do primeiro Fla-Flu das quartas de final da Copa Sul-Americana. Diante do maior rival, vamos colocar a prova nosso sonho de conquistar um – até agora inédito – troféu continental. É a parte inicial de uma decisão de 180 minutos. A magia do clássico está no ar.

O que vimos no domingo, em Chapecó, era previsível desde o momento no qual soubemos que Douglas, Sornoza e Dourado não estariam em campo. Sem pelo menos dois desses caras,  o Fluminense não ganha de ninguém. Aliás, ganhar de quem jogando com três volantes?

Agora, com a possibilidade dos três estarem à disposição – e também, Henrique e Wellington – Abel poderá armar sua equipe com peças adequadas. Ao que parece, pela primeira neste segundo semestre, temos motivos para acreditar que podemos jogar de igual para igual.

Os Fla-Flus deste ano registraram boas atuações nossas. Perdemos a decisão do Carioca por fatalidades. A impressão é de que eles ficam, no mínimo, desconfortáveis diante de nós. Mas em se tratando da grandeza do clássico, tudo pode mudar em questão de segundos.

Como toda a torcida tricolor, estou ansioso por mais esses duelos com o Flamengo. Mas vou confessar uma coisa com toda sinceridade: o jogo com o Bahia, domingo, no Maracanã, não sai da minha mente. Temos que vencer a qualquer custo. Precisamos de paz no Brasileirão.

Um Fla-Flu no meio de semana possui tempero diferente. Aqui do interior do Estado, onde resido agora, fico imaginando o clima que deve estar tomando conta do Rio. Nós, cariocas, sabemos bem o quanto significa a magia deste duelo mais que centenário.

Portanto vamos Fluminense, com garra e com raça. Que possamos protagonizar batalhas épicas de final recompensador como em tantas outras vezes. O troféu da Sul-Americana precisa estar na sagrada sala das Laranjeiras. Vamos buscá-lo com determinação e fé.

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Que bom nós termos chegado a um acordo com Levir Culpi a respeito da dívida trabalhista. Apesar de ter saído falando mal do Fluminense, Levir é um cara do bem. E que, apesar da briga com Fred, marcou seu nome na história tricolor com um título, o da Primeira Liga.

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Até entendo os motivos e critérios de Abel ao deixar Gum fora da lista de inscritos da Sul-Americana em detrimento de Richard. Mas considero injustiça não inscrever o guerreiro. O gol contra o Cerro Porteño, com a cabeça enfaixada, é um símbolo do nosso Fluminense.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: paro

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