Fluminense 3 x 1 Chapecoense (por Paulo-Roberto Andel)

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Boa e importante vitória pelas circunstâncias: acabar com o negócio de escrita, fincar posição na turma de cima, manter a boa condição de mandante. Com dificuldade, deu. Acontece.

No primeiro tempo, assim que o jogo encaixou, o Flu fez 2 a 0 com facilidade e poderia ter feito até mais. Marcos Júnior como sempre entregando a alma e Pedro com enorme categoria na finalização. A Chape ficou atordoada é só equilibrou as coisas no final da primeira etapa, mas acertou um balaço no travessão. Sornoza ficou abaixo da média habitual. A nossa defesa, bem.

Segundo tempo, aí veio o susto: marcaram um gol de falta, vieram para cima e, sinceramente, o jogo era deles em boa parte. Júlio César brilhou com defesaças. Ok, também tivemos nossas belas chances: Robinho na trave e Sornoza perdeu um gol incrível. Por sorte, o camisa 9 da Chapecoense era Wellington do Abraço, o que ajuda a explicar o empate que, felizmente, não veio. E tome pressão, com muitas jogadas mas poucas finalizações.

Perto do fim, alívio tricolor: Pedro matou o cruzamento da direita, fuzilou o ângulo esquerdo e marcou um golaço, liquidando a fatura. Mas é bom que se diga: a Chape não se entregou e lutou até o fim. Um adversário difícil de ser batido, o que realça a vitória do Flu.

Nathan entrou no lugar de Gum e foi muito seguro. Jádson correu muito e participou do segundo gol. Robinho, mesmo sem marcar, fez boas jogadas. Pedro foi um monstro. A torcida cantou e empurrou o tempo inteiro. Em seu aquário natal, o (novo) Maracanã, o Fluminense nada com largas braçadas. A luta continua. Chega de virgindade, ufa!

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @pauloandel

Imagem: rap

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