Aqui é Fluminense, meus caros (por Marcus Vinicius Caldeira)

Quando é para ser fácil, ele o torna difícil.

Quando é difícil, ele subverte a ordem e faz acontecer.

Quando é impossível. Bem, o impossível não existe para o Fluminense, como vimos em 2009.

Depois da tenebrosa derrota para a Chapecoense, tudo parecia perdido. Dois jogos, fora de casa, contra Grêmio e Corinthians, times que ainda lutam, assim como o Fluminense, por uma vaga na Libertadores. E o time joga certinho, com Inteligência, ganha as duas partidas, ultrapassa os dois adversários na tabela e entra definitivamente na briga direta pela vaga na Libertadores.

Este é o Fluminense que amo. Do “um a zerinho” certinho. Sem encantar, mas vencendo os seus jogos. Assim, construímos o tricampeonato de 83,84,85 e o campeonato brasileiro de 84. E os “timinhos de antigamente”, também conquistaram muitos títulos assim. Prefiro um time técnico com operários (jogadores bons, mas principalmente compromissados) do que time de figurões metidos a super craques que só correm atrás da bola quando querem.

Aliás, só não estamos nas quartas de final da Copa do Brasil porque a juizada não marcou dois pênaltis para o Fluminense contra o Corinthians em Itaquera. Domingo, também, não marcou um. Parece que está no regulamento do Campeonato Brasileiro desse ano e da Copa do Brasil que é proibido marcar pênalti contra o Corinthians em Itaquera. Incrível.

Sábado, temos um encontro em Edson Passos, nosso caldeirão, contra o Sport. Espero que o Fluminense não dê mole. Tem de entrar com a faca nos dentes. O Sport é melhor que a Chapecoense para quem perdemos na última partida que fizemos lá. Portanto, teremos que jogar muito. Não dá para perdemos pontos em casa, mais. se tivéssemos ganho da Chape, já estaríamos no G-4.

Não há o que lamentar.

Vamos em frente.

Eu confio na conquista da vaga para a Libertadores 2017.

 

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