Tricolor da gema (por Thereza Bulhões)

 

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Nossa nova craque vem de longe e tem muitas histórias para contar. Das redações de O Globo e da Última Hora, da revista Placar, da militância política e sindical, do magistério, da luta por um Brasil livre da ditadura, do nascimento da Banda de Ipanema, dos carnavais do Salgueiro com a arte de Pamplona e Tereza Aragão, de um Maracanã como nunca mais se viu: aquele de cem, cento e cinqüenta ou duzentas mil pessoas, febre do mundo, contado por feras como Nelson Rodrigues e João Saldanha – a quem ela chamou de você com propriedade.

Jornalista, pedagoga, escritora, historiadora, professora e essencialmente cidadã, Thereza Bulhões agora é Fluminense e PANORAMA, trazendo histórias para você que nos lê. Quem viu e viveu tudo de perto vai ter muito a nos contar. A coluna estreia na próxima quinta-feira, mas já deixamos aqui um biscuit em pleno Dia dos Pais, por motivo justo: jornalista que é jornalista de verdade não espera para escrever. Oxalá!

Paulo-Roberto Andel
Editor

Então, agora que está na moda começar com um “Então”, agora perguntam por que razão sou tricolora, ora cotovia não lhe contou que este casal, na foto abaixo, é a reunião de meus saudosos pais.

O Sr. José Corrêa recebia neste dia a Placa de Eterno Tricolor no Salão Nobre da linda e tombada Álvaro Chaves e disse em seu simples e redondo discurso:

“Estes meus brancos de hoje representam a quantidade de pó de arroz que em todos os domingos de futebol caíam sobre meu vencedores cabelos jovens.

Sou Tricolor eterno: A MAIOR TORCIDA do Rio de Janeiro.”

Assim era sua total afirmativa, da qual até seu próximo João Saldanha não conseguia contradizer.

…e bola que segue…

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SOBRE A VITÓRIA DIANTE DO AMÉRICA

O Fluminense ganhou um Ouro em tempos de Jogos Olímpicos.

Dourado marcou um maravilhoso gol!

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: tb

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