Toda a glória a São Cássio e ao Gravatinha (por Marcelo Savioli)

Amigos, amigas, o que vimos ontem no Mané Garrincha foi uma versão piorada do que aconteceu em Fortaleza há pouco mais de uma semana. Pela euforia de Oswaldo de Oliveira com o desempenho do Fluminense, dizendo que ainda vai melhorar, podemos ter a exata noção do que nos espera no returno.

Para não perder o costume, levamos aquele sufoco inicial. Nossa defesa não tinha a menor ideia de como reagir às bolas levantadas em nossa área, de modo que uma delas foi parar no pé da trave, graças a um assopro do Gravatinha.

Quando o Fluminense decidiu colocar a bola no chão, com Allan e Yuri fazendo bem a saída de bola, apareceu algum resquício do Fluminense de Fernando Diniz. O problema é que Allan e Yuri faziam bem a transição, mas pouco ajudavam na criação ofensiva, enquanto Nenê caía pelos lados e destruía todas as boas jogadas ofensivas, ora com chutes forçados, ora com passes equivocados.

Restava Ganso para resolver as coisas no meio, dar o tal último passe, que não vinha, porque, para acabar de complicar, a defesa do Corinthians marca muito bem. O problema é que o Gravatinha soprou seu apito e o tempo de distração dos corinthianos foi suficiente para Ganso avançar, sem combate, e desferir um peteleco de pelada de final de semana. A bola foi tão fácil, que Cássio foi tentar ampará-la em plena queda, antes do quique no montinho artilheiro, sem sequer ter o cuidado de proteger a direção do gol com o corpo. Resultado: o Gravatinha deu um leve puxão no braço do goleiro corinthiano, que se tornou o grande herói da partida.

O Fluminense até poderia ter ampliado, já que o Corinthians jogava de mal a pior, mas foi para o intervalo com a vantagem mínima. Mal começou o segundo tempo, a impressão que se tinha era de que o 1 a 0 nunca mais sairia do placar. Precisando vencer, o Corinthians parou em suas limitações e na retranca de Oswaldo. Não houve nem espaço para alguma emoção. Talvez, um bocejo e um suspiro de alívio ao apito final.

Mas a verdade é que o Gravatinha já vinha operando seu milagre desde a derrota para o Palmeiras, quando fez Wellington Nem levar o terceiro cartão amarelo. Não fosse isso, possivelmente, teríamos mais do menos, só que com Allan no lugar de Aírton. Aliás, o terceiro cartão sofrido por Aírton poupou-nos de outro dissabor.

Como acabou dando certo ontem e nossa defesa sofreu pouco, acredito que Oswaldo não terá coragem de voltar a jogar no esquema peneirão.

Ficou evidente no jogo de ontem e pelo cômputo da rodada, que a fuga do rebaixamento é possível, da mesma forma como nossa atuação confirma que é com o que nos contentemos, pois é o que foi para nós reservado, seja pelo VAR, seja pela CBF, pela Globo, seja pelos nossos dirigentes.

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Porém, o verde da esperança se agiganta em nossos corações e aplaca nossa aflição. Orinho e Lucas Claro, anunciados como a Terra Prometida em vestido de baile, estão chegando. Nossos problemas estão com os dias contados.

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De quem veio a ordem para queimar o Daniel?

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O objetivo do VAR é rebaixar o Fluminense ou era só demitir o Diniz?

Nem contra o Corinthians nos roubam mais…

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Cadê o Miguel Silveira? Está sendo escondido da torcida para ser vendido no estilo Spadácio? Nesse time, pode escolher a camisa e jogar. Como é que o cara nem relacionado é?

Saudações Tricolores!

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

#credibilidade

3 Comments

  1. O Dromedário do O.Oliveira tem feito descobertas notáveis no elenco :
    Caio / P.Dyego / Dodi / Airton . Volta F.Diniz !!

  2. A saída do Diniz , implica diretamente com a chegada do Nene , todos sabem que não tem condições de jogar junto com ganso e que o Diniz não iria aceitar por isso foi demitido , tem muitos interesses por detrás da sua saída e o que mais me preocupa , é que não é o fluminense !!!! Tudo jogo de interesse..

    .

  3. Com Oswado, Miguel Silveira, Mascarenhas ou qualquer destaque da base só será utilizado pra completar equipe no treino coletivo. Ele prefere jogador rodado, mesmo pereba, a prova é que o antes esquecido Airton, voltou ao time com O.O. …

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