Todos vestimos verde, branco e grená (por Leandro Capela)

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Passado o doloroso processo eleitoral, segue o Fluminense. Este, por definição, não passará jamais, ao contrário de cada um de nós. Na noite de 26 de novembro, presenciei duas reconciliações que me alegraram bastante. É disso que precisamos.

O momento é de construir, voltar a disputar lá em cima e voltar a comemorar. Sempre tenhamos em mente que, divididos, estaremos fadados ao fracasso. A escalada de ódio urge ter fim. É imprescindível lembrar que a eleição se trata de um mero rito de definições. Mas, agora, espero que isso tenha ficado para trás. Unidos, seremos muito mais fortes.

Somos apenas pequenas formigas, que um dia deixarão de existir. Com isso, trago um convite a quem deseja construir: vamos juntar o que temos de melhor. Há aquelas que constroem o formigueiro, que carregam folhas, que as cortam, que as mastigam. Todas são fundamentais. Mas o norte deve ser, sempre, colocar o Fluminense acima de qualquer personalismo.

Quanto mais cabeças pensarem em prol do Tricolor, mais grandioso será o clube que é nossa paixão. O Fluminense já era imenso desde 40 minutos antes do Nada e assim permanecerá por toda a eternidade.

Às vencedoras camisas verdes e suas alvas concorrentes, adicionemos o grená e, assim, se torna completa a trindade das cores que compõem nossos escudo, pavilhão e manto. Adversário é quem veste outras tonalidades. Nós estamos do mesmo lado.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: cap

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