Fluminense, jogue como time grande que é! (por Crys Bruno)

Jogue como time grande que é! Não joga. Posiciona o atacante de velocidade (Wellington Silva), válvula de escape para o contra-ataque, marcando o lateral adversário até a linha de fundo defensiva, fazendo-o correr oitenta metros no campo por 90 minutos e tornando impossível, mesmo com três volantes, que ao se recuperar a bola haja “transição” se o atacante de velocidade não está nas costas do lateral como opção de passe na frente e sim, na linha do mesmo volante.

Fazia Wellington Silva uma partida horrível, até conseguir, mesmo sem um motor Mercedes no bumbum (perdoe-me, mas me revolta!), conseguir fazer uma única jogada pelo ataque, como jogador ofensivo que é, num time com sete defensores natos, e o resultado? Um pênalti.

Estou cansada desses treinadores brasileiros e, já me cansando do complexo de vira-lata do Abel, que inexistiu somente contra times sem expressão no Carioca ou os da primeira fase da Copa do Brasil.

Amanhã a LDU não nos atacará. Será o Fluminense covarde do primeiro tempo contra um Vitória pressionado e em má fase, obrigando o time do Abel a atacar, o que avançando o meio-campo, de três volantes (mais jogadores defensivos), libera Wellington ou o obriga a jogar em sua função, o atacante que possui o drible frontal, fundamental para furar uma linha defensiva adversária.

Jogue como time grande também fora de casa, contra o Atlético-PR. Porque a vaga da Libertadores, que deveria vir através do fraco Campeonato Brasileiro, está escapando por proposta de jogo covarde, completamente diferente do perfil desse time. Será inaceitável que isso ocorra, Abel.

Abel que na teoria, nas entrevistas, enche o peito para dizer que seu time não joga por uma bola, que joga para atacar o adversário, mas na prática vemos outra coisa, tanto nos jogos fora de casa quando o time, em casa, abre o placar. Jogue como time grande, meleca!

É inaceitável, inacreditável e revoltante o Vasco, time de remendo, ter duas vitórias a mais que o Fluminense. É inaceitável, inacreditável e revoltante, o Fluminense ter vencido apenas sete dos 23 jogos do Brasileirão.

Eu aceito ir para a segunda divisão, mas não aceito mais assistir o Fluminense jogar como clube rebaixado, acovardado, como um pigmeu e não um gigante que é. E a responsabilidade da postura, proposta de jogo e, principalmente, posicionamento do time é 100% do técnico.

Uma hora: “jogamos demais”. Noutra, eles têm dez dias para “recuperar jogador” e entram em campo como se estivessem passando fome, mortos. Eu não aguento mais isso! Jogue como time grande que é, Fluminense. Ainda é. Porque se dependesse dos nossos treinadores, gestores e mídia, não seria mais.

TOQUES RÁPIDOS

– Renato Chaves e Nogueira são muito fracos ou estão muito mal. Quando vi que Henrique não jogará amanhã, arrepiou minha espinha.

– Marlon foi muito, muito bem, na lateral esquerda. Já aprendeu a bater o lateral ofensivo, cruzando para o zagueiro adversário cortar e ganhar o contra-ataque, já pode ser titular, não é, Abel? Tomara!

– Orejuela? Por onde anda seu futebol, meu príncipe? Precisamos dele agora na hora do vamos ver. Volta, Orê!

– Sornoza e Scarpa, ídem. Sei que Abel engessa, mas a culpa cai sobre vocês e no campo, são vocês que decidem. Abel não joga. São vocês que jogam por nós.

– Vem, LDU! Sem Hector Baldassi, quero ver nos ganhar.

Ao Maraca, torcida mais linda do mundo!

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @CrysBrunoFlu

Imagem: buc

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