O único jogo entre Fluminense e Caldense até hoje (da Redação)

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Em setembro de 1979, o Fluminense disputava o Campeonato Carioca. Nos momentos oportunos, viajava em busca de amistosos para obter rendas – e ainda tinha o Brasileiro pelo caminho, ainda pouco badalado.

Era uma época de dificuldades: sem dinheiro, com dívidas e a gestão de Sylvio Vasconcelos a pleno “vapor”, o Flu era um arremedo da espetacular Máquina Tricolor, desfeita dos anos antes, embora ainda contasse com nomes como os de Pintinho, Edinho e Cléber.

Ainda que não tivesse brilho na temporada em questão, boa parte do time campeão de 1980 – deixando para trás os poderosos Flamengo e Vasco – esteve presente em campo neste amistoso contra a Caldense, no único confronto da história entre os dois clubes. Lá estavam Paulo Goulart, Tadeu, Cléber, Mário, Rubens Galaxe e Zezé. Houve empate em 1 a 1. O Fluminense saiu perdendo logo no começo – Donizete fez o primeiro gol da Caldense no estádio recém-inaugurado, mas depois empatou com Cléber.

A título de curiosidade, naquela partida jogava pela Caldense o veterano ponta-direita Natal, que marcou época como um dos grandes craques do timaço do Cruzeiro em 1966 (que venceu o Santos de Pelé por 6 a 2 na decisão da Copa Brasil). E na lateral-direita do time mineiro, atuava Orlando, que logo estaria no Atlético Mineiro e defenderia as cores do Fluminense por alguns meses em 1983. Há alguns anos, Orlando era vigilante na INB – Indústrias Nucleares do Brasil, sediada justamente em Caldas.

O segundo jogo da história entre Fluminense e Caldense, válido pela primeira fase da Copa do Brasil, será disputado nesta quarta-feira no Estádio Municipal Ronaldo Nogueira, o mesmo palco da partida de quase 40 anos atrás.

Em pé, da esquerda para a direita: Paulo Goulart, Edevaldo, Tadeu, Gritti, Carlinhos e Pintinho. Agachados: Gilcimar, Cléber, Mário, Nunes e Zezé (cortesia: arquivo Caldense)

 

Panorama Tricolor

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Imagem: pan/jb/arquivo Caldense

1 Comments

  1. Esses posts são sensacionais! Quem não lembra do passado, não vive o presente, tampouco constrói o futuro. Sempre compartilho estes textos com meus parentes tricolores mais “experientes”. Eles também adoram! Parabéns por essa ótima rotina! ST.

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