Fluminense 2 x 0 Defensor-URU: atuações (por Mauro Jácome)

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Jogo no campo do Defensor, que se fechava com uma linha de cinco e outra de quatro. Enquanto o Fluminense tocava a bola pela intermediária, de um lado para o outro, nada acontecia. Quando alguém tentava algo mais ousado, por exemplo, um drible ou uma triangulação, a bola entrava na área do time uruguaio em condições de conclusão. O primeiro tempo foi nessa toada: muito toque, pouco perigo.

O Defensor tentou de todas as formas impedir que a bola rolasse. A cera foi absurda. Mesmo assim, o Fluminense foi mais ofensivo. Trocas de passes mais rápidas e objetivas levaram mais perigo, principalmente, com a participação de Everaldo. Entre os 30’ e os 42’, não teve jogo: o Defensor catimbando e alguns tricolores caindo na armadilha. Mas o final reservou ao tricolor as emoções que não tinham acontecido antes. Digão de cabeça e Sornoza num belo gol olímpico romperam o gol uruguaio. Ufa! Ufa!

JÚLIO CÉSAR

Não pegou na bola.

LÉO

Muito acionado, errou todos os cruzamentos. Irritou a torcida.

EVERALDO

Melhorou o poder ofensivo e ajudou a espalhar a marcação. É rápido, tem boa visão do deslocamento dos companheiros.

GUM

Sem função defensiva. Adiantou-se e ajudou nas inversões de jogo. Poderia ter virado o centroavante dos tempos de Cuca.

DIGÃO

Ficou responsável pela marcação do único atacante do Defensor. Foi fácil. Quando foi para a área adversária, foi bem e marcou o primeiro gol.

AYRTON

No primeiro tempo, arriscou algumas investidas, mas eram dois pela frente. Ainda assim, conseguiu criar uma ou outro lance de perigo. Foi melhor no segundo tempo.

AIRTON

Ficou postado na intermediária do Defensor. Variava os lados do passe, mas nada que pressionasse a defesa adversária.

RICHARD

Piorou o passe. Muito limitado.

JADSON

Muito toque curto e inútil. Com a saída de Léo, foi para a lateral. Não conseguiu criar pelo lado do campo.

SORNOZA

No primeiro tempo, passou, driblou, chutou, mas sempre longe da zona de perigo ao goleiro do defensor. Quando entrou na área, perdeu grande chance de cabeça e outra de bico. Foi mais ágil na etapa complementar. Marcou um golaço na cobrança de escanteio. O nome do jogo.

MARCOS JUNIOR

Prendeu a bola e facilitou a marcação. Poderia ter usado a velocidade para tentar o drible. Foi mais incisivo no segundo tempo e procurou o fundo do campo.

MATHEUS ALESSANDRO

Foi escalado para partir para cima, tentar o drible, no entanto, ciscava e tocava curto para o lado ou para trás.

PABLO DYEGO

Muito superior a Matheus Alessandro. Partiu para cima, variou em diagonal. Causou mais confusão na defesa adversária.

PEDRO

Procurou uma ou outra jogada de categoria, mas estava cercado por vários marcadores. Perdeu um gol incrível.

MARCELO OLIVEIRA

Escalou certo: dois jogadores rápidos na frente para ajudar Pedro. O que faltou foi mais ousadia de Matheus Alessandro e Marcos Junior. Ao colocar Everaldo, o Fluminense tirou o Defensor da zona de conforto. No segundo tempo, a movimentação também melhorou.

DEFENSOR

Entrou para se defender e catimbar. Quase conseguiu os dois, faltou combinar com Digão e Sornoza.

 

Panorama Tricolor

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