Fluminense 0 x 1 Atlético-PR: atuações (por Mauro Jácome)

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Fluminense 0 x 1 Atlético-PR

ATUAÇÕES
 
Cavalieri

Uma única intervenção no primeiro tempo, numa bola que bateu na defesa tricolor e quase o traindo. No segundo tempo, aos 12’, pegou uma bola cruzada de Marcos Guilherme. No gol de Walter, não teve nenhuma chance de defesa. No mais, foi expectador.
 
Wellington Silva

Horroroso. Teve todo espaço para chegar bem ao fundo, mas se enrolou na maioria das vezes. É irritante seu futebol de peladeiro.
 
Gum e Marlon

No primeiro tempo, marcaram bem o ataque rubro-negro no primeiro tempo, principalmente, Walter. Bem posicionados, ganharam todas pelo alto. No segundo tempo, com a melhora do Atlético, passaram a ter mais trabalho e, no gol de Walter, Gum, que o marcava, bobeou, ficou olhando para a bola e deixou o atacante cabecear livre. Depois do gol, Walter levou vantagem em todas as jogadas seguintes. Impressionante a queda de rendimento do Gum no restante do jogo. Marlon foi um pouco superior.
 
Ayrton

Melhor que Breno Lopes, mas inferior a Léo. Principalmente na marcação. Chegou algumas vezes ao fundo e conseguiu criar oportunidades. Numa, rolou ótima bola para Gustavo Scarpa. Começou o segundo tempo com tudo, mas suas jogadas não surtiram efeito. Depois, caiu muito de produção e o Atlético se fez pelo seu lado.
 
Jean

Chegou várias vezes para chutar da entrada da área no primeiro tempo. Uma boa cobrança de falta no segundo. Por outro lado, errou muitos passes. Pouco contribuiu para evitar o domínio territorial do Atlético após o gol.
 
Cícero

Começou bem mais discreto do que no jogo anterior. Aos poucos, foi se soltando e chegando à intermediária adversária. É peça fundamental nesse esquema do Eduardo Baptista. Reveza com Jean no apoio. Por um lado, exceto quando a origem é uma bola parada, perde-se sua presença nas bolas aéreas, por outro, ganha-se em passe e movimentação na transição da defesa para o ataque. No final do jogo, virou atacante. No último lance, por muito pouco, não pega um rebote de Weverton.
 
Gustavo Scarpa

Belo lance após rebote de Weverton, colocando a bola no ângulo, mas o goleiro rubro-negro fez defesa sensacional. Procurou se posicionar sempre próximo à bola. Na metade do segundo tempo caiu de produção e, com isso, perdeu-se uma das únicas opções de criação.
 
Vinícius

Movimentou-se bem mais. Está adquirindo ritmo e todos os setores ganham com sua participação, geralmente, com inteligência. Perdeu grande oportunidade no primeiro tempo. Poderia ter tocado por cima do goleiro, dava tempo para isso. Cansou e saiu.
 
Gerson

Não acrescentou nada, pelo contrário, deixou o time sem opção na ligação entre o meio-campo e o ataque. Faltou mais compromisso.
 
Osvaldo

A inutilidade de sempre (nem mudei essa opinião do arquivo anterior). Teve a oportunidade de ganhar alguns créditos com a torcida, pois a marcação atleticana era ruim. Ainda, perdeu uma oportunidade de ouro, na pequena área, furando um belo passe de Gustavo Scarpa. Mais um que irrita a torcida.
 
Marcos Junior

Entrou para jogar aberto pela direita. Tentou, mas a marcação pelo lado do campo era forte. Poderia ter se movimentado mais por outros setores do ataque.
 
Magno Alves

Boa cabeçada na única oportunidade que teve no jogo. Weverton, sempre ele, fez grande defesa. Depois, a pasmaceira de sempre. Também joga no time dos irritantes.
 
Wellington Paulista

Perdeu ótima oportunidade aos 44’2ºT. Só. Prejudicado pela perda de agressividade do time após o gol de Walter.
 
Eduardo Baptista

Ayrton foi escalado no lugar do fraquíssimo Breno Lopes e Osvaldo no de Marcos Junior, poupado. Logo de cara, duas boas chances: Magno Alves e Vinícius. Weverton salvou ambas. Depois, o Fluminense tocou a bola. Após os vinte minutos, adiantou a marcação e foi para cima do Atlético-PR e bombardeou o gol de Weverton a procura do gol de abertura. Foram muitos gols perdidos e o placar não saiu do zero. Se Fred estivesse em campo, no mínimo, dois gols teriam saído. A volta do vestiário foi com o mesmo time, no entanto, a marcação ficou muito frouxa e o Atlético teve muito espaço para trabalhar na intermediária tricolor. Assim, abriu o placar e, ao contrário do que se imaginava, o Fluminense não foi para cima na tentativa de reverter o resultado. A derrota pode ser atribuída à atuação de Weverton e à queda de rendimento, com certa dose de acomodação, no segundo tempo.
 
Arbitragem (Luiz Flávio de Oliveira)

Tranquilo. Um ou outro lance discutível, mas sem nenhuma das chatíssimas polêmicas.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @MauroJacome

Imagem: mj/pra

capa o fluminense que eu vivi lado b são paulo e brasilia

3 Comments

  1. O detalhe…..no segundo tempo ouvi o começo do jogo…….no rádio o Gerson (canhota de ouro) verdadeiro se descabelava…..falando do posicionamento da zaga e do Walter que hora caia nas costas do Marlon e hora nas costas do Gum……ou ficava no meio dos 2 sem marcação……..será que o Eduardo não percebeu pra corrigir, ou ele indicou pra alguém e não houve tempo pra acertar a marcação??????

    ST

  2. Não vi jogo por motivo de trabalho, mas assistindo ao replay do gol do Walter….apesar do Gum não acompanhar a jogada, quando a bola é alçada na área, o Cavalieri está na linha da pequena área e dá 2 passos atrás…..se desse 2 passos a frente, teria interceptado a bola antes do Walter…….apesar de ótimo embaixo das traves, é horrível na saída do gol, tanto em cruzamentos, quanto na bola por baixo, aquela que o atacante chega pra definir……na maioria absoluta das vezes ele sai caindo ou escolhe o…

  3. …na maioria absoluta das vezes ele sai caindo ou escolhe o lado errado para pular.

    Copa do Brasil vai amenizar os erros da diretoria.

    ST

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