Emoção nas alturas (por Marcus Vinicius Caldeira)

Mais uma vez em nossa história recente, nos deparamos com um momento decisivo de torneio sul-americano, frente à LDU do Equador. Mais uma vez a altitude de Quito contra a gente. Das outras vezes tomamos sapatadas lá e demos sapatadas aqui, mas no cômputo geral eles acabaram levando os dois títulos: Libertadores e Sul-americana.

A grande diferença é que nas outras vezes jogamos a primeira lá e tivemos que correr atrás de grande prejuízo aqui. Dessa vez não. Fizemos um a zero – um placar que deixá tudo em aberto – e quem tem que correr atrás são eles.

Não dá para comparar aqueles times e aqueles momentos. Aliás, não trato esse jogo como vingança de nada. Os caras levaram uma Libertadores e uma Sul-americana em cima da gente. Não volta. Ponto final.

O time da LDU dos dias atuais é bem mais fraco que aquele. Só tem o Barcos em fim de carreira. Mas, como vimos no Maracanã tem uma zaga bem postada e marca forte. A questão é que lá eles terão que se abrir. Acho isso bom para o Flu.

O goleiro deles me parece fraco. Precisamos chutar mais. Principalmente porque na altitude a bola sempre ganha força. Ah! A altitude! Não tem jeito essa é aliada deles. Dopa os caras na medida que mina a resistência de quem não está acostumado a jogar lá. Sorte que nosso time é jovem.

Não tem jeito. Teremos que entrar pilhados no 220v. Disputar cada bola como se fosse a última na vida. Penso que temos que buscar o gol. Um gol lá e a situação fica muito boa para gente, pois eles teriam que fazer três. Buscar um gol deve ser a tônica do nosso jogo.

Chegou a hora de esquecermos o jogo de domingo que jogamos com meio time reserva e jogar boas vibrações para quinta.

Confio na classificação.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri @mvinicaldeira

Imagem: mvc

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