ERIC Costa

Lágrimas e esperanças (por Eric Costa)

E daqui a cinquenta anos, sentado na sala com aqueles que amo e uma boa criançada, entre tantas histórias que o vovô contará, uma delas vai começar com: “Era uma vez um grande time do Fluminense. O Fluminense do tempo do Fred. Uma vez, meus filhos, até sem joelho e sem tornozelo ele jogou. Era outubro de 2015. Jamais me esqueci do dia, do ano e de vê-lo chorando após o gol”.

Warley é tricolor (por Eric Costa)

“Essa minha relação com o Fluminense é desde criança. E é uma relação até engraçada porque, em cinco irmãos, há flamenguistas e botafoguenses. Meu pai é botafoguense também e minha mãe é vascaína. Só restou eu de tricolor na família. É difícil até explicar, mas não somos nós que escolhemos o Fluminense. Ele quem nos escolhe e isso é o mais importante”

Branco é paz e harmonia (por Eric Costa)

Hoje, você está de volta às arquibancadas. E sabe aquela história da arquibancada fazer de tão desiguais todos iguais? Vou ter o prazer de me sentir assim. Vou ter a nobreza de me sentir tão nas nuvens como Nelson, Castilho e Ézio. Serei, como todos somos, tão capazes em influenciar o destino das batalhas quanto cada um deles

Torço, logo fujo (por Eric Costa)

Ser e torcer. Talvez mais que a própria arquibancada, o sentimento puro e verdadeiro seja o denominador geral da igualdade universal em uma torcida, seja ela exercida pela nobreza da presença física e obviamente espiritual para os impedidos pela geografia ou por uma passagem de planos