Dois campeonatos, um time sem torcida (por Ricardo Goulart – China)

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Inicio minha trajetória neste PANORAMA agradecendo a oportunidade de expressar minhas opiniões como tricolor (algo que minha linda esposa, Mitya, já faz nos debates em vídeo).

Após a eliminação para o Avaí, na terceira rodada da Copa do Brasil, teremos mais dois campeonatos em disputa esse ano: a Copa Sul-Americana e o Brasileiro.

O principal problema detectado desde o ano passado é a falta de jogadores, em qualidade e quantidade. Por mais que o Abel esteja deixando a desejar, não é justo colocar na conta dele enquanto não houver matéria prima: jogadores minimamente razoáveis.

Não tenho dúvidas que nosso principal problema é conceitual.

Creio que o presidente AINDA não entendeu a responsabilidade de dirigir o Fluminense (este senhor já dirigiu algo?).

Dentre centenas de ditados populares, tem um que serve como uniforme para essa estátua de óculos (com todo respeito ao poeta Carlos Drummond de Andrade, devidamente instalado no Posto Seis): “Quem tem medo de cagar, não come!”

Como pode nosso time – e clube, naturalmente – descer a ladeira em grande velocidade e não haver nenhuma ação em resposta?

O que estamos esperando para contratar jogadores competitivos para as posições de evidente carência, com um mínimo de experiência, para disputar dignamente o que ainda nos resta em 2018?

Essa incompetência da presidência com o time se reflete na arquibancada, que parece se encaminhar da indignação para a indiferença. Quem acompanha desde a década de 1990 sabe que a retomada dos bons tempos veio, basicamente, pela torcida. Os títulos relevantes também.

O diferencial entre os times grandes e pequenos é somente a torcida.

O combustível é um time competitivo, a chama é a torcida.

Precisamos de jogadores com urgência enquanto ainda há tempo.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

#JuntosPeloFlu

Imagem: gol

 

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