Amor de Fluminense (por Babi Braga)

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De todos os amores que a bancada me trouxe, eis que me trouxe um mais que especial.

Ano de 2013, um grupo de amigos no Facebook, fim de temporada e muitas festas de torcidas organizada, até que em uma delas, conheci alguém, um alguém muito especial, e confesso que no dia… um alguém bêbado! Hahaha, mas nada atrapalhou dele me apresentar o melhor beijo da minha vida!

Foco, mocinha… foco!

(risos)

Em alguns anos frequentando o ambiente no futebol, já vivenciei muitos sentimentos diferentes.

A frustração em 2008, o alívio em 2009, a explosão de alegria em 2010…

Ao redor, nos bastidores da torcida, vivenciamos pessoas explodindo durante as partidas. No decorrer dos anos, as amizades, raivas, emoções… mas o amor… ahhh, o amor!

O amor é sentido de muitas maneiras: amor de mãe, amor de pai, amor de irmão, amor de amigo e amor… simplesmente amor entre duas pessoas que não se conhecem e têm criações diferentes, sonhos diferentes, pensamentos diferentes, opiniões diferentes!

Conheci Yan em meio ao ambiente de torcida organizada, onde me apresentaram para ele como: “A Babi, a maluquinha da Babi”. Alguns falaram: “foge enquanto é tempo, rapaz! Ela é doida!“. Ele não ouviu, já era! (risos).

Era um momento muito bom e ruim da minha vida, no qual já citei anteriormente (e irei citar mais nos próximos textos). Depressão, faculdade… não abandonar a faculdade por amor à profissão, festas, barzinhos, carnavais, remédios de tarja preta, eu sem beber minha cervejinha de cada dia, mas a essência da Babi maluquinha estava ali! Foi bom, foi maravilhoso conhecê-lo ali, não havia limites para eu ser mais feliz dentro daquele ambiente? Será? Já era tão realizada com tantos amigos/anjos ali dentro.

Nos beijamos, nos conhecemos e muita conversa rolou pelas redes sociais. Isso nos assustou, mas tudo bem: meses depois estávamos ali novamente: o Fluminense nos uniu. Jogos, caravanas, e até mesmo barzinhos à noite com os amigos (do Flu) em comum. Nos encontrávamos e foi tão louco, fui me apaixonando aos poucos. Me apaixonei pelo homem que não julga ninguém, que cuidou e cuida de mim da maneira mais singular que eu já pude ver. Me apaixonei pelo torcedor do Fluminense mais tranquilo do mundo. E eu? A maluca que xinga, grita e pula sem parar no Maracanã.

Eu, a emoção… ele, a razão! Nós… o equilíbrio!

Vivenciei tantos casais se formando na bancada. Alguns separaram, outros casaram, tiveram filhos e formaram uma família tricolor. Difícil é citar que todas as mulheres estão ali para “arranjar homem” – como ouvimos desde os primórdios. Não! Acontece… somos humanos, torcedores unidos pela mesma paixão.

O amor é pra ser vivido, e se pudermos juntar muitos amores – como no meu caso – em um só ambiente… perfeito.

Obrigada, Fluminense! Obrigada por me presentear com o homem mais incrível do mundo.

Panorama Tricolor

@PanoramaTri

Imagem: babi

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